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	<title>CDNDi</title>
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	<description>Agência de comunicação digital dedicada ao posicionamento e à gestão de marcas em ambiente on-line.</description>
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		<title>Responsabilidade digital deve ser prioridade</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 23:08:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jo Auricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Questão que vem ganhando importância nos últimos tempos, a responsabilidade na aquisição e uso dos dados dos usuários é crucial para empresas. Qualquer aplicativo ou site tem a obrigação de comunicar claramente quais dados serão coletados e o uso que será feito deles.
Há poucos anos, esses dados eram coletados e, dependendo da integridade e transparência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Questão que vem ganhando importância nos últimos tempos, a responsabilidade na aquisição e uso dos dados dos usuários é crucial para empresas. Qualquer aplicativo ou site tem a obrigação de comunicar claramente quais dados serão coletados e o uso que será feito deles.</p>
<p>Há poucos anos, esses dados eram coletados e, dependendo da integridade e transparência da empresa responsável pela coleta, destinados a diversos fins. A venda desses dados sob a forma de mailing para spammers é um desses usos, digamos, menos nobres.</p>
<p>O uso indiscriminado de estratégias que invadem a privacidade do usuário é ruim para todos. Afeta a credibilidade dos que investem no meio digital e aumenta ainda mais a desconfiança de quem não tem familiaridade com os mecanismos que movem as mídias digitais.</p>
<p>Recentemente, aplicativos para iPhone e iPad foram alvo de duras críticas, pois foi descoberto que, secretamente, alguns coletavam dados que serviriam para rastreamento de usuários. Mesmo o Android, sistema para dispositivos móveis que tem crescido explosivamente, foi acusado das mesmas práticas.</p>
<p>É importante frisar que os responsáveis pelos aparelhos e sistemas operacionais não são diretamente culpados pelo problema. O problema está nas brechas que permitem que desenvolvedores “espertinhos” acessem essas informações sem o consentimento do usuário.</p>
<p>Apple e Google estão fazendo o que devem, cercando e eliminando possíveis falhas que expõe a privacidade de quem apostou em seus produtos. O mesmo vale para o Facebook, que apertou o cerco e endureceu suas políticas de uso para aplicativos. A intenção, claramente, não é cercear ou limitar o esforço criativo dos desenvolvedores, mas definir fronteiras claras para proteger-se de problemas legais e, naturalmente, proteger a privacidade das pessoas. Mas o usuário precisa também se responsabilizar, fazendo sua parte.</p>
<p>Todo aplicativo, seja de dispositivos móveis ou do Facebook, deve deixar claro, no ato da instalação, quais dados pessoais acessará. Cabe ao usuário decidir se o benefício que a aplicação oferece vale “o preço”.</p>
<p>Acompanhe nosso blog, pois em breve falaremos mais sobre o modo que alguns aplicativos, aparentemente gratuitos, se apropriam de informações e agem negativamente contra o usuário.</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/02/perfil_jo2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3397" title="perfil_jo2" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/02/perfil_jo2.jpg" alt="" width="656" height="290" /></a></p>
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		<title>Vamos compartilhar?</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/vamos-compartilhar/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 14:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia Gil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabemos que tudo aquilo que caiu na rede, deixou de ser confidencial e passou a ser social, certamente será divulgado e compartilhado para uma rede imensa de pessoas.
Cada vez mais as pessoas ficam mais tempo conectadas &#8211; no escritório, em casa, na lan house ou através de seus dispositivos móveis &#8211; acessando, buscando e compartilhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que tudo aquilo que caiu na rede, deixou de ser confidencial e passou a ser social, certamente será divulgado e compartilhado para uma rede imensa de pessoas.</p>
<p>Cada vez mais as pessoas ficam mais tempo conectadas &#8211; no escritório, em casa, na lan house ou através de seus dispositivos móveis &#8211; acessando, buscando e compartilhando informações.</p>
<p>O Brasil foi o país que mais cresceu em número de internautas nas redes sociais, principalmente no Facebook. Segundo dados divulgados pelo analista <a href="http://www.nickburcher.com/" target="_blank">Nick Burcher</a>, o país saltou de 8,8 milhões de usuários em dezembro de 2010 para mais de 35 milhões no mesmo mês de 2011, um crescimento de 298%. De acordo com estes dados, o Brasil fica como 4º colocado em número de usuários conectados no Facebook. E recentemente a <a href="http://www.comscore.com/por/" target="_blank">ComScore</a> divulgou um levantamento que apontou que o Facebook superou o Orkut em visitantes únicos, crescendo 192% em um ano. O tempo médio do usuário brasileiro no Facebook em dezembro foi de 4,8 horas.</p>
<p>Agora, imagine todas estas pessoas, produzindo e compartilhando conteúdo diariamente.<br />
As pessoas gostam de compartilhar vídeos, textos, fotos, pensamentos, momentos engraçados ou importantes com amigos ou até desconhecidos em seus perfis digitais, mas o que motiva alguém a compartilhar?</p>
<p>O principal: todos buscam algo!<br />
- Buscam atenção<br />
- Querem assumir uma identidade importante no meio digital<br />
- Desejam ser os primeiros a compartilhar uma informação e mostrar o quanto descolados e antenados eles são.<br />
- Defendem causas<br />
- Promovem protestos<br />
- Buscam relacionamentos com pessoas que gostem do mesmo gosto que você<br />
- Anseiam por popularidade</p>
<p>O jornal New York Times fez um <a href="http://nytmarketing.whsites.net/mediakit/pos/" target="_blank">estudo</a> sobre o que leva as pessoas a compartilharem conteúdo online e quais são os perfis de quem compartilha. Com base nesse material, cito algumas características de cada perfil:</p>
<p>- <strong>Altruístas</strong> – agem em benefício dos outros.  São solidários, aqueles que fazem o bem, ajudando o próximo direta ou indiretamente.<br />
- <strong>Carreiristas</strong> – selecionam muito bem o conteúdo que compartilham, sempre focando em suas carreiras. O principal objetivo é ganhar reputação.<br />
-<strong> Hipsters</strong> – adoram inventar e promover moda e com isso conquistam seguidores do seu estilo. Geralmente compartilham os assuntos mais criativos e modernos de vários segmentos, como moda, música e cinema.<br />
- <strong>Bumerangues</strong> – postam conteúdos polêmicos, pois querem ser vistos como engajados e provocativos.<br />
- <strong>Conectores</strong> – aqueles que compartilham, envagelizam e influenciam os demais, formando uma rede de contatos.<br />
- <strong>Seletivos</strong> – como o próprio nome diz, são bastante criteriosos com o tipo de conteúdo que buscam e compartilham.</p>
<p>Vendo a lista de perfis acima, fica mais fácil entender quem compartilha, porquê e o quê.</p>
<p>E finalizo com a pergunta:</p>
<p>Você já compartilhou algo hoje?</p>
<p>Fonte: ProXXima, ComScore, New York Times</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/03/perfil_patricia_gil.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3400" title="perfil_patricia_gil" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/03/perfil_patricia_gil.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Agora é a vez do Pinterest</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/na-ponta/agora-e-a-vez-do-pinterest/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 15:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jo Auricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[coleções]]></category>
		<category><![CDATA[conexões]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[quadro digital]]></category>
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		<description><![CDATA[
O ser humano é visual. Quando vemos uma imagem, uma série de conexões se estabelecem e surgem novas ideias. Essa foi a principal inspiração para o surgimento do Pinterest, uma rede social baseada na organização de imagens e vídeos.
O serviço, que por enquanto só pode ser acessado mediante convite, é uma espécie de quadro digital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/02/pinterest1.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3392" title="pinterest" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/02/pinterest1.png" alt="" width="610" height="261" /></a></p>
<p>O ser humano é visual. Quando vemos uma imagem, uma série de conexões se estabelecem e surgem novas ideias. Essa foi a principal inspiração para o surgimento do Pinterest, uma rede social baseada na organização de imagens e vídeos.</p>
<p>O serviço, que por enquanto <a href="http://pinterest.com/" target="_blank">só pode ser acessado mediante convite</a>, é uma espécie de quadro digital onde as pessoas compartilham diferentes coleções de fotos. E vale tudo: de produtos de grandes marcas, a estilos e maquiagens que inspiram as garotas.</p>
<p>O Pinterest, de modo algum, será o novo Facebook, como alguns analistas apressadamente afirmam. As redes sociais são animais completamente diferentes, mesmo tendo recursos em comum.</p>
<p>O buzz em torno do Pinterest é justificável. Além do crescimento vertiginoso no número de usuários, a dinâmica lembra muito mais o popularíssimo Twitter que o Facebook. O usuário “fixa” as imagens que interessa no seu mural digital, sejam de amigos, estranhos ou mesmo o que encontrou por acaso na internet. Esse conteúdo visual é organizado em álbuns definidos pelo usuário, chamados <em>boards</em>.</p>
<p>É possível seguir murais de outros usuários, além de republicar o conteúdo, como no Twitter. A grande atração do Pinterest é o caráter colecionável das imagens – além de buscar seus interesses, você também compartilha com o mundo o que gosta, formando uma reputação digital e mostrando quem você é pelos gostos que tem, uma forma fácil de mostrar ao mundo o quão descolado ou antenado você é. É mais ou menos a evolução das comunidades do Orkut, mas de modo estritamente visual. A grande sacada comercial do Pinterest é a venda de anúncios direcionados aos interesses individuais do usuário, conforme suas escolhas.</p>
<p>Um trunfo do Pinterest é o bom gosto. De design minimalista e sem espaço para discussões vazias e lixo eletrônico, as páginas do Pinterest parecem páginas de uma revista com ênfase nas fotos. Os textos, quando existem, são mínimos, pois as imagens dizem tudo. E como o Pinterest é uma rede fundamentada no compartilhamento de paixões, as marcas se expõe muito menos a feedbacks negativos.</p>
<p>Com 10,4 milhões de usuários registrados – é o site com crescimento mais rápido da história &#8211; e 12 milhões de visitantes únicos por mês, ele gera mais links de referência que YouTube, Google+ e LinkedIn combinados. Por isso o Pinterest ganha gradativamente importância na estratégia de presença digital das empresas.</p>
<p>Atenta ao fenômeno, a CDN já oferece o Pinterest como opção de presença digital para seus clientes. O objetivo é fornecer conteúdo que se encaixe com a conduta das marcas e de seus públicos-alvos na plataforma.</p>
<p>A <a href="http://pinterest.com/orealizacoes/" target="_blank">Odebrecht Realizações</a> já tem um projeto pioneiro no ar dentro da rede social visual. A proposta da CDN é usar o Pinterest para incentivar e inspirar o público, ajudando no <em>awareness</em> da marca. Lá são publicadas imagens com temas diretamente ligados aos empreendimentos da OR, como ambientes decorados, design, decoração, arquitetura, manutenção de imóveis, habitações e uso criativo do espaço. Ao integrar o Pinterest à matriz de relacionamento digital oferecida aos clientes, a CDN se mostra atenta às tendências, pronta para explorar de forma ainda mais eficiente os canais de comunicação social na internet. E vamos esperar para ver (literalmente!).</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/02/perfil_jo2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3397" title="perfil_jo2" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/02/perfil_jo2.jpg" alt="" width="656" height="290" /></a></p>
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		<title>Conteúdo livre ou Pirataria?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Agrelli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo todo, de empresários a usuários, está atento quanto ao desfecho do novo projeto de lei americano, o SOPA (Stop Online Piracy Act), e os rumos que isso dará ao conteúdo produzido e ou compartilhado pela internet.
Alguns tópicos da lei propõem:
- Bloqueio de sites acusados de pirataria (e isso inclui o que os usuários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo todo, de empresários a usuários, está atento quanto ao desfecho do novo projeto de lei americano, o SOPA (Stop Online Piracy Act), e os rumos que isso dará ao conteúdo produzido e ou compartilhado pela internet.</p>
<p>Alguns tópicos da lei propõem:</p>
<p>- Bloqueio de sites acusados de pirataria (e isso inclui o que os usuários compartilham dentro dele, como as redes sociais);<br />
- Serviços de pagamento online estão proibidos de negociarem com sites acusados de pirataria, com risco de também serem suspensos;<br />
- Os donos dos direitos autorais podem pedir o bloqueio do conteúdo sem notificação judicial;<br />
- Serviços de internet que realizarem o bloqueio de sites com conteúdo impróprio ganham imunidade;</p>
<p>E gigantes da internet compraram uma briga contra. Acontece que a cultura hoje se fundiu a internet, e estas são capazes de impor fortes correntes ideológicas, coisa que há muito tempo os americanos vinham fazendo, ditando moda com sua indústria cultural.</p>
<p>Dentre os argumentos favoráveis dos simpatizantes ao SOPA é que inventores, autores e empresários estão sendo roubados por estrangeiros que estão fora do alcance de suas leis, o que prejudica sua economia e os empregos dos americanos. E o discurso de quem é contra é que isso fere a liberdade de expressão, impede as pessoas de trocarem conhecimento, informação e afetaria os negócios de forma geral dentro da web.</p>
<p>Algumas empresas que são contra, segundo o <a href="http://techcrunch.com/2011/12/22/over-40-internet-companies-have-come-out-publicly-against-sopa/" target="_blank">site Techrunch</a>, são: AOL, Boing Boing, Creative Commons, Daily Kos, Disqus, eBay, Etsy, Facebook, Foursquare, Google, Grooveshark, Hype Machine, Kickstarter, Kaspersky, LinkedIn, Mozilla, MetaFilter, OpenDNS, O’Reilly Radar, Reddit, Techdirt, PayPal, Torrentfreak, Tumblr, Twitter, TechCrunch, Yahoo!, Zynga, Scribd, YCombinator, Wikipedia, Reddit, Namecheap, Petzel, ICanHasCheezburger, Quora, Embedly, MediaTemple, CloudFlare, StackExchange (Stack Overflow), Github, Linode, Hostgator, Square, The Huffington Post, Craigslist, ESET e 4chan.</p>
<p>E algumas delas já começaram a tomar atitudes a respeito:</p>
<p><img class="alignnone" src="http://blogs.estadao.com.br/link/files/2012/01/faixa-capa3.jpg" alt="" width="704" height="274" /></p>
<p>- Fonte: Link do Estadão<br />
Artistas de peso também são favoráveis ao livre compartilhamento de conteúdo. Uma prova disso foi uma ação que o site Megaupload promoveu no começo de dezembro de 2011, com o apoio de Kanye West, Alicia Keys, Will.IAm e Snoop Dog, entre outros artistas, que previamente assinaram um contrato autorizando o uso de sua imagem em um vídeo favorável ao site. A Universal, detentora dos direitos de algumas dessas &#8220;estrelas&#8221; envolvidas, entrou em contato com o Youtube e exigiu a retirada do material. Mas a Megaupload recorreu e processou a gravadora, alegando censura e que somente com ordem judicial poderia tomar tal atitude.</p>
<p>A Megaupload afirma também que as gravadoras estão incomodadas com o novo sistema de contrato e remuneração aos artistas que ela está propondo: enquanto as gravadoras pagam 9% dos lucros aos artistas, a Megaupload dá 90% desse valor. Confira o <a href="http://vimeo.com/33424808" target="_blank">vídeo</a> colaborativo dos artistas falando que usam o Megaupload.</p>
<p>Joichi Ito, diretor do media Lab, MIT e presidente do Creative Commons em <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1028692-nao-ha-nada-que-nao-seja-afetado-pela-internet-diz-media-lab.shtml" target="_blank">entrevista </a>para a Folha.com diz não ser favorável ao novo PL. Ele, autodidata, considera que o projeto tenha sido escrito por pessoas que não sabem direito o que estão dizendo, e demonstra preocupação por considerar que muitos outros países tomarão as mesmas medidas que os EUA caso isso seja realmente aprovado. E ressalta: &#8220;Precisamos proteger direitos autorais, mas precisamos criar um modelo novo para isso, no qual as pessoas paguem por acesso e por autenticidade. É um problema complicado, mas cuja solução tem mais a ver com inovação do que com controle.”.</p>
<p>Outro fator que temos que analisar é que o SOPA não representa nada perto dos questionamentos que estão por surgir com o uso do computador, redes e a internet. O SOPA, vingando ou não, não fará estas discussões terminarem por aqui.</p>
<p>No Brasil</p>
<p>O MinC anunciou em dezembro de 2011 um novo texto de direitos autorais que, se aprovado pela presidenta Dilma Roussef, obrigará blogs e sites a remover o conteúdo reclamado, mesmo sem ordem judicial, mas sem bloqueá-los. A gravadora, por exemplo, que encontrar material ilegal em blogs poderá solicitar a remoção do conteúdo, sem avaliação prévia. O dono do blog pode depois entrar com pedido de ajustes do conteúdo e assumir a responsabilidade para si da postagem, caso houver alguma outra acusação.</p>
<p>&#8220;Foi-se o tempo em que a rede era um território livre, onde tudo podia acontecer&#8221;, declara Ronaldo Lemos, presidente do Creative Commons no Brasil, em<a href="http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/podcasts/1031734-ronaldo-lemos-entre-brics-brasil-e-unico-que-mantem-rede-livre.shtml" target="_blank"> podcast</a> gravado para a Rádio Folha onde discursa que o Brasil é o único país que defende a liberdade na rede.</p>
<p>O Brasil tem a 4ª pior legislação para direitos autorais, como <a href="http://www.consumersinternational.org/media/694498/ipwatchlist2011-engrvsd.pdf" target="_blank">anunciado</a> pela Consumers Internacional em abril de 2011 (link: http://www.consumersinternational.org/media/694498/ipwatchlist2011-engrvsd.pdf). Segundo o estudo, as leis por aqui prejudicam o acesso à cultura e educação, visto que nossa atual lei não permite nem cópia física ou digital de estudos científicos. A nova lei proposta permitirá cópias de obra para uso privado.<br />
A previsão da votação do SOPA no Senado americano é no final de janeiro. Veja no <a href="http://www.spatialsituation.com/sopa-map/" target="_blank">site Spacial Situation</a> os deputados que são contra ou a favor da lei.</p>
<p>Leia também o texto da lei, na<a href="http://judiciary.house.gov/hearings/pdf/112%20HR%203261.pdf" target="_blank"> íntegra</a>.</p>
<p>Entenda mais sobre com a ajuda de infográficos:</p>
<p><a href="http://dicasdehospedagem.com/infografico-sobre-o-sopa-stop-online-piracy-act/" target="_blank">Dicas de hospedagem</a></p>
<p><a href="http://mashable.com/2011/11/16/sopa-infographic/" target="_blank">SOPA infographic</a></p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/perfil_daniela_agrelli.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3377" title="perfil_daniela_agrelli" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/perfil_daniela_agrelli.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Ditando moda no mundo digital</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 20:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[No fim do ano passado, fui conferir o evento Inovações Digitais: um encontro organizado pela WGSN em parceria com a Mindset e a Vice, no Puma Social Club. Fui despretensiosamente, pensando que era apenas mais um evento sobre Social Media. Estava enganada. O tema central era negócios de moda e sua presença nas redes sociais.
Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No fim do ano passado, fui conferir o evento Inovações Digitais: um encontro organizado pela WGSN em parceria com a Mindset e a Vice, no Puma Social Club. Fui despretensiosamente, pensando que era apenas mais um evento sobre Social Media. Estava enganada. O tema central era negócios de moda e sua presença nas redes sociais.</p>
<p>Uma das coisas que me chama atenção nesta área é que o mercado de moda, de longe, parece um negócio fácil, simples. Contudo, é um trabalho que envolve constante análise de tendências em busca de padrões de comportamento, como explicou Andréa Bisker, diretora da WGSN na América do Sul.</p>
<p>Desta forma, realizar um estudo amplo é essencial para a sobrevivência das marcas do setor, como levantou Letícia Abraham, sócia da Mindset. Esta pesquisa deve envolver áreas como sociedade, mídia, artes e história, por exemplo. Afinal, a tendência é algo curto, passageiro, enquanto a motivação humana, que originou a tendência, permanece e, por isso, deve ser entendida.</p>
<p>Tendo em vista que a moda é comunicação visual, obviamente, a imagem é o ponto alto de qualquer campanha do setor. Assim, por ter um caráter (quase) universal, a imagem é peça-chave no relacionamento com o consumidor de moda. Partindo dessa premissa, a tendência macro desse mercado na internet é o que Letícia chamou de Imagetelling, que consiste em contar histórias por meio de imagens ao invés de palavras, construindo pictogramas que representem uma marca. Este recurso tem sido explorado por grandes empresas da moda com o uso de redes sociais como Intagr.am e Tumblr.</p>
<p>Dentro do contexto tecnológico, a editora de marketing da WGSN, Rachel Arthur, apontou 4 tendências digitais para o setor, mas que, a meu ver, também podem ser implementadas em outras áreas.</p>
<p>O primeiro deles é o Magnetic Content, ou seja, as empresas precisam gerar conteúdo que efetivamente atraia seu público-alvo com o objetivo de estabelecer um relacionamento com seus consumidores. Para manter essa relação, Rachel defende a utilização de ferramentas que valorizem o Imagetelling e aponta o Tumblr como rede mais promissora para as marcas. Destacou ainda que o Brasil, por exemplo, já corresponde a 1% do tráfego da rede.</p>
<p>O conceito de Storybuilding foi apontado como segunda tendência. De acordo com Rachel, a diferença entre o Storytelling e o Storybuilding (sim, eles são diferentes) é que: o primeiro tem começo, meio e fim. Já o segundo tem começo, mas não tem fim porque o consumidor é posto como peça-chave para a construção da história da empresa, um coautor.</p>
<p>A terceira tendência levantada é o que Rachel chamou de Virtual Pop-ups. São interações com o consumidor que integram o on e off-line, como ações envolvendo realidade aumentada. Os exemplos mais recentes são: os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=RWwQXi9RG0w" target="_blank">copos temáticos de final de ano</a> lançados pela Starbucks nos Estados Unidos e a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KRA0SZhKNyo" target="_blank">campanha de lançamento do Beetle 2012</a>, da Volkswagen.</p>
<p>E como último ponto Rachel destacou os Games, área que tem recebido grandes investimentos nos últimos anos. Os jogos são indicados como tendências para o mercado de moda principalmente devido ao aumento do número de mulheres que jogam online nos EUA (cerca de 79%). A Dior é um dos grandes exemplos, com a criação de jogos em que os usuários brincavam com sua linha de maquiagens e acessórios.</p>
<p>Superando expectativas, o mercado de moda é borbulhante também na internet, que, aliás, abre um enorme leque de possibilidades para quem gosta de arriscar e inovar não só na moda, mas em qualquer outro mercado. Assim, as dicas e tendências apontadas podem e devem ser expandidas para todas as outras áreas que estiverem nessa moda das redes sociais. E você? Está esperando o que para começar a entender mais de imagens?</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Profile-Dani.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3330" title="Profile Dani" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Profile-Dani.jpg" alt="" width="656" height="222" /></a></p>
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		<title>50 anos pra trás ou pra frente. Pra onde vai a comunicação?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 17:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lah Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem gosta do mundo acadêmico da comunicação sabe que o momento em que vivemos hoje é uma grande bagunça. Uma das definições que ouvi sobre a bagunça que me refiro foi do Rodrigo Padron (@Padron) quando ele comenta que gostaria muito de estar 50 anos antes ou 50 anos depois dos dias atuais, porque agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem gosta do mundo acadêmico da comunicação sabe que o momento em que vivemos hoje é uma grande bagunça. Uma das definições que ouvi sobre a bagunça que me refiro foi do Rodrigo Padron (@Padron) quando ele comenta que gostaria muito de estar 50 anos antes ou 50 anos depois dos dias atuais, porque agora é tudo muito novo e as teorias que temos, talvez, (eu disse talvez) não se encaixem mais.</p>
<p>Será?</p>
<p>No evento organizado pelo Instituto Ayrton Senna, “Educação para o Século 21”, Silvio Meira  (@srlm) fez uma apresentação bem didática e interessantíssima sobre a evolução da história da informação e do aprendizado até chegar à evolução da tecnologia e sua influência nos processos comunicacionais.</p>
<p>Silvio Meira explica de maneira bem leve e descontraída que as pessoas estão inseridas em contextos.  Esses contextos &#8211; sociais, econômicos, políticos e tecnológicos &#8211; devem ser levados em consideração na hora de se transmitir uma mensagem &#8211; nada de novo.</p>
<p>A grande novidade são os próprios contextos. O contexto tecnológico avançou tanto, e de maneira tão significativa nos últimos anos, que você, comunicador, não tem alternativa: ou você adapta a sua mensagem ou simplesmente ela não será decodificada pelo receptor (que não é mais receptor, mas isso é assunto pra outro post).</p>
<p>Ele classificou as gerações conforme o contexto tecnológico informacional de cada espaço de tempo, da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>X – 25 | IMPRESSO – Com o jornal;</li>
<li>1925 – 1945 | RÁDIO – Com as novelas e a invasão alienígena;</li>
<li>1945 – 1965 | TV – Com a Hebe Camargo e a transmissão da Copa do Mundo;</li>
<li>1965 – 1980 | DIGITAL – Com o Desktop e as calculadoras científicas;</li>
<li>1980 – 2000 | INTERNET – Com as redes sociais e o compartilhamento de informações em rede;</li>
<li>2000 – 2015 | MOBILIDADE – Com smartphones, laptops e tablets;</li>
<li>2015 – Y | PROGRAMABILIDADE – Com a adaptação e a customização das redes e aplicativos.</li>
</ul>
<p>As três últimas gerações, de 1980 pra cá, têm o comportamento parecido no que se diz respeito à dinâmica comunicacional. São pessoas digitais em contextos digitais. Pessoas em redes. Redes Sociais Digitais.</p>
<p>Segundo o próprio Sílvio Meira, a comunicação nas redes sociais segue 3 passos:</p>
<ul>
<li>1 – Portátil – “venha a mim”</li>
<li>2 – Pessoal – “traga informações que me façam sentido”</li>
<li>3 – Participativo – “que digo o que acho pra todo mundo (meu mundo)”</li>
</ul>
<p>Não é legal? Considerar esses três passos e respeitar os contextos, se adaptar aos contextos, é o que devemos fazer em nosso dia a dia.</p>
<p>Sobre o momento teórico em que estamos, a conclusão que tiro é a que aprendi lá nas teorias da comunicação no 2° semestre da faculdade, que é preciso adaptar a mensagem ao receptor final, considerando o contexto e sua capacidade sócio-cognitiva. Isso ainda se encaixa perfeitamente ao nosso cotidiano de <em>social media</em>.</p>
<p>O que mudou? A forma, as ferramentas, a rapidez, as quebras de barreiras lingüísticas e geográficas.</p>
<p>Como será daqui pra frente? Cabe a nós errar, acertar, experimentar, compartilhar, descobrir.</p>
<p>Pra quem quiser mais informações sobre o “Seminário Educação para o Século 21” e até mesmo ter acesso a apresentação do @srlm vale dar uma passadinha no blog do seminário <a href="http://www.educacaosec21.org.br/">www.educacaosec21.org.br</a></p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Profile-Lah2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3362" title="Profile Lah" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Profile-Lah2.jpg" alt="" width="656" height="222" /></a></p>
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		<title>Pesquisa revela panorama sobre o uso de Web Analytics nas principais empresas do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 22:58:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia Melendi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hoje o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) apresentou os resultados da 1ª Pesquisa sobre o uso de Web Analytics no Brasil durante o evento “Meu site é maior que o seu!”. O auditório lotado contou com a presença de empresas, fornecedores e agências, todos reunidos com o objetivo de saber de que maneira essas ferramentas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/evento_iab.jpg"><img class="size-full wp-image-3344 aligncenter" title="evento_iab" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/evento_iab.jpg" alt="" width="472" height="354" /></a></p>
<p>Hoje o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) apresentou os resultados da 1ª Pesquisa sobre o uso de Web Analytics no Brasil durante o evento “Meu site é maior que o seu!”. O auditório lotado contou com a presença de empresas, fornecedores e agências, todos reunidos com o objetivo de saber de que maneira essas ferramentas podem ser utilizadas como fonte de informação e Inteligência de Negócios.</p>
<p>O estudo, encomendando pelo comitê de Web Analytics do IAB Brasil e desenvolvido pela Millward Brown, analisou o uso das ferramentas de monitoramento de sites pelas melhores e maiores empresas brasileiras, segundo a revista Exame. De abrangência nacional, a pesquisa ouviu 174 empresas de diversas áreas de atuação como serviços, varejo, alimentação, energia, comunicação, entre outros.</p>
<p>Muitos dados interessantes e surpreendentes foram apresentados. Segundo a pesquisa, 89% das empresas disseram utilizar alguma ferramenta de web anayltics para contabilizar os dados de acessos aos sites, sendo que 82% utilizam o Google Analytics e 16% não sabem qual ferramenta utilizada para a coleta dos dados. Isso indica um grande mercado para as empresas de web analytics apresentar suas soluções.</p>
<p>Para 66% dos entrevistados, a implementação da ferramenta de Web Analytics não foi prioridade nos projetos. Para Amanda Gasperini, da iProspect, o problema ainda reside na falta de cultura de métricas nas empresas, muitas delas não entendem o que e como estão coletando esses dados, impactando no negócio.</p>
<p>Gabrielle Ferreira, da Globosat, disse que analisar o ROI ainda é apontada como a maior dificuldade na análise de métricas. Outra questão é como entender essas métricas, 64% dos entrevistados não entendem ou tem dúvidas sobre os dados das ferramentas de web analytics. Esses pontos afetam na hora das empresas investirem nestas ferramentas. No Brasil, as companhias ainda investem muito pouco quando comparado com países da Europa. “Faltam profissionais para trabalhar com métricas, falta apoio dos superiores e faltam cursos e treinamentos”, complementa Gabrielle.</p>
<p>A segunda parte da apresentação contou com a presença de Marcelo Coutinho (Terra) que falou sobre produtividade, inovação e colaboração.</p>
<p>A grande lição é que o uso correto do Web Analytics representa um diferencial competitivo para as empresas, desta maneira é fundamental que o mercado compreenda a sua utilização.</p>
<p>Em breve a pesquisa estará disponível na íntegra no site do<a href="http://iabbrasil.ning.com/"> IAB Brasil </a></p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/patricia1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3353" title="patricia" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/patricia1-150x150.jpg" alt="" width="135" height="135" /></a></p>
<p><em> Jornalista formada em Comunicação Social pela Universidade Mackenzie e especialista em Comunicação    em Mídias Sociais pela Faap e Gerente de Redes Sociais pela E-commerce School. Atuou por mais de sete anos como assessora de imprensa e há cerca de dois meses foi fisgada pela CDN Digital. Está adorando a experiência de aprender sobre o universo digital. Gosta muito de tudo o que está relacionado com as redes sociais e adora compartilhar informações e algumas risadas. </em></p>
<p><em> Twitter @patriciamelendi</em><em> </em></p>
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		<title>Da academia para o mercado</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 16:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicador]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando comecei o curso de Relações Públicas, acreditei que estava segura quanto ao que ia me deparar a partir de então. Comunicação não parece algo tão complexo, dizia a mim mesma. Mas, não foi exatamente o que aconteceu. Percebi logo na primeira semana que eu não sabia ao menos definir a profissão que havia escolhido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comecei o curso de Relações Públicas, acreditei que estava segura quanto ao que ia me deparar a partir de então. Comunicação não parece algo tão complexo, dizia a mim mesma. Mas, não foi exatamente o que aconteceu. Percebi logo na primeira semana que eu não sabia ao menos definir a profissão que havia escolhido e nem quais eram suas principais atividades. Neste momento, o grande leque de possibilidades de atuação da área, que, a princípio me impulsionou a fazer o curso, me assustou.</p>
<p>Ainda assim, ao olhar para o mercado de trabalho nesse início, não me pareceu ser tão difícil conseguir uma boa posição. Afinal, já estava no ensino superior. No entanto, os contatos com professores e blogs de profissionais formados ao longo do curso, além das inúmeras tentativas de inserção no mercado, me fizeram perceber que não estava exatamente preparada e ainda não conseguia definir qual fatia das Relações Públicas me cabia.</p>
<p>Hoje, formada há poucos meses, vejo que o melhor caminho para solucionar tantas incertezas é composto pelo tripé: ir além (ou pensar fora da caixa, como muitos têm dito), atualização constante e experiência profissional. Parece óbvio, todos nós já ouvimos isso em algum momento, contudo, muitas vezes esquecemos desses pontos que, na verdade, formam um processo cíclico.</p>
<p>Quando você vai além das expectativas em seus projetos, inclusive acadêmicos, aprende mais e se prepara melhor para o mercado. É muito importante fazer cursos complementares e participar de eventos do setor. Primeiramente, para aprofundar seus conhecimentos sobre a profissão, ao observar e aprender ainda mais sobre as práticas do mercado de trabalho  – mesmo que, até então, sua participação seja tímida ou nula – e, em segundo lugar, essas oportunidades são fundamentais para estabelecer seu network.</p>
<p>Vejo a experiência profissional como a soma de todos esses fatores. É o reconhecimento por seu trabalho bem-feito e o apoio daqueles que contribuíram direta ou indiretamente para a sua formação. E somente esta experiência no mercado é que dará a você todo o embasamento necessário para escolher seu nicho da maneira mais acertada.</p>
<p>Para quem gosta e quer saber mais sobre Relações Públicas, aqui vão dicas de blogs bem interessantes e que me auxiliam ainda hoje. Afinal, o comunicador não pode deixar de se informar, não é mesmo?!</p>
<p>Blog Relações: http://www.blogrelacoes.com.br/<br />
Mundo RP: http://www.mundorp.com.br/<br />
RP Notícias: http://rpnoticias.com.br/<br />
A Bordo da Comunicação: http://blogabordo.com.br/<br />
Oras Blog!: http://orasblog2.blogspot.com/</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Profile-Dani.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3330" title="Profile Dani" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Profile-Dani.jpg" alt="" width="656" height="222" /></a></p>
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		<title>Compartilhando o #cfb2011</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/compartilhando-o-cfb2011/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 23:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lah Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[Ir a um evento de social media é uma atividade, no mínimo, interessante. Mesmo que as palestras não apresentem nada de surpreendente, nenhuma novidade, sempre acaba valendo a pena. Seja pelas figuras cheias de personalidade que circulam e trocam risadas e cartões nos breaks, seja pela quantidade de gadgets que surgem nas mãos e mochilas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ir a um evento de social media é uma atividade, no mínimo, interessante. Mesmo que as palestras não apresentem nada de surpreendente, nenhuma novidade, sempre acaba valendo a pena. Seja pelas figuras cheias de personalidade que circulam e trocam risadas e cartões nos breaks, seja pela quantidade de gadgets que surgem nas mãos e mochilas desse mesmo pessoal, ou pelo papo, sempre <em>out of the box</em>. Esse encontro em especial, além de tudo isso, contou com um <em>quê</em> a mais: sabe aquela sensação de <em>“eu sai de lá melhor e mais preparada do que eu entrei”</em>? Pois é, foi assim que me senti.</p>
<p>Com uma carga horária puxada para o dia e para o clima &#8211; sábado, 34°C– o conteúdo das palestras foi suficientemente interessante e elucidativo para manter acordados e participativos os mais de 200 participantes que lotaram o auditório Phillip Kotler na ESPM e mantiveram a hashtag oficial do evento #cfb2011 o sábado inteiro entre os TT’s nacionais.</p>
<p>Logo na primeira mesa, a conversa foi em volta dos motivos pelos quais o Facebook cresceu exorbitantemente no mundo e no Brasil. Além do movimento cíclico das redes sociais e do potencial do Facebook em aproximar marcas e clientes, muita coisa legal foi levantada na discussão. Dentre elas a questão da atenção estratégica da plataforma para com os desenvolvedores de APIs : “Se o Facebook fosse um bolo, os APIs seriam o fermento” – comparou @rafaelsbarai. Mais uma discussão bacana foi a  questão da evolução do Facebook com ferramentas que nascem em resposta às outras redes, como o serviço <em>Assinar</em> vindo em resposta ao <em>Follow</em> do Twitter, ou das listas automáticas, em resposta ao <em>Circles </em>do Google+.</p>
<p>Ainda na primeira mesa uma bola foi levantada com uma pergunta vinda da plateia que trouxe uma reflexão bem interessante, e polêmica, sobre nossa atual movimentação na net: o Facebook cada dia mais se torna uma <em>Social Utility</em>, tomando cada vez mais e mais tempo de navegação do usuário. No passado, a AOL, com um movimento parecido, teve uma morte rápida. Seria esse o futuro do Facebook? A resposta foi não. Ao contrário da AOL, o Facebook está hoje num universo predominante Google, onde as opções de navegação são inúmeras. A discussão foi longe&#8230; E você? O que acha disso?</p>
<p>Numa tarde recheada de conteúdos ricos e úteis, o evento terminou com uma palestra sobre Métricas e Inteligência de Dados para ninguém botar defeito. A @natraldi deu um show sobre planejamento, e como ela mesma disse: “Eu gostaria que alguém tivesse me explicado tudo isso antes de eu começar.” E vale mesmo! Trabalhar com Social Media não é brincadeira. Objetivos, retornos reais, metas e evoluções são as palavras de ordem num mercado que, apesar de estar em chamas, pede por profissionais realmente qualificados para suas funções.</p>
<p>Ao final, o óbvio, mas que às vezes a gente esquece: Não se prenda ao operacional! Pense, estude, experimente e se atualize. Todos os dias.</p>
<p>Ah, eu sou um grão no meio desse caminho, quem quiser juntar pra fazer montinho é só chegar!</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Profile-Lah.jpg"><img class="size-full wp-image-3316 alignleft" title="Profile Lah" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Profile-Lah.jpg" alt="" width="656" height="222" /></a></p>
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		<title>Nos sentimos como amigos de FHC</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/nos-sentimos-como-amigos-de-fhc/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 21:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavroche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Henrique Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[fhc]]></category>
		<category><![CDATA[fhc80anos]]></category>

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		<description><![CDATA[No último mês me dediquei quase que exclusivamente a colocar no ar o site desenvolvido pela CDN Comunicação Corporativa em homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A proposta era trazer ao site o depoimento de amigos e personalidades que acompanharam FHC durante os últimos anos.
Na verdade, fiquei à cargo apenas da organização dos depoimentos, que chegaram do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/06/FHC80.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3310" title="FHC80" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/06/FHC80.jpg" alt="" width="656" height="284" /></a></p>
<p>No último mês me dediquei quase que exclusivamente a colocar no ar o site desenvolvido pela CDN Comunicação Corporativa em homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A proposta era trazer ao site o depoimento de amigos e personalidades que acompanharam FHC durante os últimos anos.</p>
<p>Na verdade, fiquei à cargo apenas da organização dos depoimentos, que chegaram do mundo inteiro nos mais variados formatos: texto, áudio e vídeo. Apesar de parecer simples, controlar a chegada deste material e dar andamento ao processo consumia telefonemas, revisões de texto, transcrições de vídeo e áudio, pesquisas e relatórios.</p>
<p>Mesmo assim, é óbvio que essa era apenas a ponta do iceberg. Colocar um site inteiro de pé em apenas duas semanas consumiu o trabalho intenso de muita gente. Nosso diretor de arte, Cléber Lacerda, deu o tom certo da paleta de cores. Erick Lee fez os depoimentos que rodam em flash (não se preocupe que a versão mobile e tablet já estão aí), Andre Pezzino programou, Kleber Schio e Henrique Fonseca fizeram o gerenciamento do projeto, Fernando Silva tratou as imagens, Carlos Remontti montou a arquitetura de informação e teve ainda mais gente que ajudou direta ou indiretamente, como o entregador de pizzas que nos socorreu na última madrugada.</p>
<p>Ao final da sua primeira semana de vida, o site <a href="http://www.fhc80anos.com.br">www.fhc80anos.com.br</a> já atingiu cerca de 25 mil visitas e fez com que todos nós aqui da agência aprendessemos a conhecer mais, admirar mais e até certo ponto fez também com que pudessemos nos sentir um pouco como amigos de Fernando Henrique Cardoso. Parabéns FHC!</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/06/perfil_assina_gavroche.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3309" title="perfil_assina_gavroche" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/06/perfil_assina_gavroche.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Livro traz dicas importantes, cases e bom uso das “Mídias Sociais na prática”</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/livro-traz-dicas-importantes-cases-e-bom-uso-das-%e2%80%9cmidias-sociais-na-pratica%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 22:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lisandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre adorei comprar livros! Consigo resistir a uma super promoção de alguma conhecida loja de sapatos, mas não resisto a uma boa livraria. Talvez este vício seja uma extensão do meu gosto pela área acadêmica o que deve ser potencializado pela entrada dos tablets na minha vida. O fato é que compro mais livros do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre adorei comprar livros! Consigo resistir a uma super promoção de alguma conhecida loja de sapatos, mas não resisto a uma boa livraria. Talvez este vício seja uma extensão do meu gosto pela área acadêmica o que deve ser potencializado pela entrada dos tablets na minha vida. O fato é que compro mais livros do que qualquer outra coisa.</p>
<p>Livros sobre Mídias Sociais, por exemplo, têm ganhado um amplo espaço nas minhas prateleiras. Confesso que muitos deles foram comprados pelos ótimos títulos ou capas bacanas e nem sempre a surpresa é boa. Com o conteúdo fraco, são abandonados por mim em algum canto da sala.</p>
<p>Um destes, porém, comprado junto com uma leva de livros do tema, ganhou um espaço especial na minha bolsa (anda comigo pra lá e pra cá): “<a href="http://migre.me/4uG8H">Mídias Sociais na Prática</a>”, de José Antônio Ramalho (Editora Campus-Elsevier). São 246 páginas de bons exemplos e cases, com dicas sobre boa utilização de mídias sociais nas mais diferentes esferas da comunicação (Marketing, Jornalismo, e Relações Públicas).</p>
<p>Logo de cara o autor nos lembra: <em>“A comunicação one-way não é mais válida e uma pista de mão dupla se estabeleceu com muita informação sendo gerada pelo consumidor”</em> (p.6). Na página seguinte, continua:<em> “Formadores de opiniões, que antes eram contados nos dedos da mão, hoje são incontáveis. As mídias sociais estão alterando, de forma irreversível, as relações entre as empresas e os consumidores”</em> (p. 7). E, antes de finalizar a introdução do livro, conclui: <em>“Não dar a devida importância a elas (Mídias Sociais), principalmente agora que estão se formando, é assinar um atestado de falência das práticas de comunicação de sua empresa”</em> (p.7).</p>
<p><strong>A importância de um bom planejamento</strong></p>
<p>Inúmeras empresas já entenderam esta nova realidade, outras tantas ainda resistem, num misto de acomodação e excesso de cautela. Porém, enganam-se aquelas empresas que se jogam numa corrida desenfreada para as redes sociais, querendo simplesmente chegar primeiro, ou aquelas que entram neste universo apenas para “demarcar território”. <em>“Entrar nas Mídias Sociais não é como seguir uma receita de bolo. Não basta criar perfis no Twitter e no Facebook, montar um blog e abrir um canal no YouTube”</em> (p. 33), lembra Ramalho.</p>
<p>As Mídias Sociais devem fazer parte de um plano estratégico e de Comunicação estruturado, de preferência, integrado a outras mídias (inclusive offline). É importante compreender também o novo comportamento do consumidor e como eles se relacionam não só entre eles, mas também com as marcas e empresas nestes ambientes, espaços de conversação. E é aí que o livro de Ramalho é um presente para quem quer entender as “Mídias Sociais na Prática”.</p>
<p>Entre as dicas do autor, vale destacar a importância do monitoramento antes e durante as ações, a identificação dos influenciadores (influenciadores, fãs e desafetos da marca), além da seleção dos profissionais envolvidos na estratégia: <em>“poderá ser um consultor externo ou um colaborador da empresa. (&#8230;) Uma combinação de ambos pode ser uma alternativa interessante”</em> (p. 36 e 37). O importante, lembra Ramalho, é contar com o trabalho de profissionais treinados e que realmente entendem do assunto.</p>
<p>E o autor não para por aí! Fala ainda de métricas, de mobilidade, de uso corporativo, de gerenciamento de crise, de jornalismo e de perfis de profissionais das Mídias Sociais. Um livro para virar “decabeceira”, ter na bolsa ou no tablet! #ficaadica <img src='http://www.cdndigital.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/perfil_assina_lisandra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3306" title="perfil_assina_lisandra" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/perfil_assina_lisandra.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>E você? O que conta?</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 23:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela</dc:creator>
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Há duas semanas estive no Senac São Paulo no curso de Pós em Gestão em Mídias Sociais ministrado pela Renata Santiago minha amiga e colega de CDN. O convite era irresistível: uma aula para falar sobre jornalismo 2.0.
Já fui professora antes. O período mais longo foi numa sala de alfabetização de adultos. A princípio podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/jornal_blog.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3296" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/jornal_blog.jpg" alt="" width="656" height="260" /><br />
</a><br />
Há duas semanas estive no <a href="http://twitter.com/#!/senacsaopaulo" target="_blank">Senac São Paulo</a> no curso de Pós em Gestão em Mídias Sociais ministrado pela <a href="http://twitter.com/#!/tinhasantiago" target="_blank">Renata Santiago</a> minha amiga e colega de CDN. O convite era irresistível: <a href="http://www.slideshare.net/CDN_Comunicacao/jornalismo-20-7806637" target="_blank">uma aula</a> para falar sobre jornalismo 2.0.</p>
<p>Já fui professora antes. O período mais longo foi numa sala de alfabetização de adultos. A princípio podem parecer dois cenários muito diferentes. Mas não são. Porque nos dois casos (e me desculpem pelo clichê) eu me senti aprendendo tanto quanto ensinando.</p>
<p>Na alfabetização aprendia muito com as lições de vida dos alunos: muitos já idosos que, por diversas circunstâncias, não tinham tido a oportunidade de estudar até aquele momento. Já com os alunos da Rê eu aprendi com a troca na sala de aula, mas especialmente enquanto me preparava.</p>
<p>Eu, que trabalho com “esse negócio de internet” desde o século passado vi muita coisa nascer e morrer na web. Alguns negócios meus, inclusive. Mas ainda me impressiono com a capacidade que temos de criar o tempo todo. A cada pesquisa sobre Jornalismo ou Comunicação Digital tenho a sensação de que existe um estudo novo, uma técnica inovadora, ou me deparo com mais um livro sobre o assunto. Aliás, quatro dias antes do encontro, foi lançado o <a href="http://cot.ag/lkTksu" target="_blank">Para Entender as Mídias Sociais</a>. Escrito de forma colaborativa por grandes nomes da web e organizado pela jornalista <a href="http://www.twitter.com/anabrambilla" target="_blank">Ana Brambilla</a>, o livro trata de uma série de temas relacionados às Mídias Sociais. Dentre eles, o jornalismo. E lá fui eu mexer novamente na minha aula.<br />
<strong><br />
Contando histórias<br />
</strong><br />
Pesquisei também em outras fontes e vou tentar resumir aqui o que falei naquela meia hora. Comecei com a Prensa de Gutenberg e você vai me dizer “ZZZzZZZZzzzZZ”. Sim. É uma referência batidíssima quando o assunto é jornalismo. Falar do alemão que criou o método de impressão em tipos pra imprimir uma Bíblia em 1455 é tão antigo quanto a própria máquina. Mas na sequência falei sobre aplicativos para iPhone (e aí você acorda e se interessa de novo, né?) que levam a mesma Bíblia para os celulares. Ou seja, mudam as plataformas, mas nem sempre muda o conteúdo.</p>
<p>E quem produz informação hoje em dia? Eu, você, sua tia e até as marcas. Hoje todos somos produtores de conteúdo e meios de comunicação! Lá nos anos 1960, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mcluhan" target="_blank">McLuhan</a> (ZZzzzZZz você de novo) já falava sobre isso. Ele dizia: “o meio é a mensagem”. E eu digo: logo, você é a mensagem. Comunicar não é mais exclusividade de jornalistas estrelados. Estes, inclusive, também se renderam aos encantos do “mundo 2.0”. <a href="http://twitter.com/#!/realwbonner" target="_blank">William Bonner</a>, <a href="http://twitter.com/#!/TiagoLeifert" target="_blank">Tiago Leifert</a> e tantos outros usam empolgados o Twitter, por exemplo. Você pode ou não gostar deles, mas lá entre os milhões de @s, deve ter aquele famoso que você segue e admira (um beijo, <a href="http://twitter.com/#!/BenHarper" target="_blank">@BenHarper</a>).</p>
<p>Porém, confesso que as pessoas que mais admiro na web, não são as famosas. Gosto mesmo é da história de gente que usa as ferramentas e espaços digitais em favor de uma causa, da sua comunidade ou do bem comum. As redes sociais tiveram papel fundamental nos conflitos recentes no mundo árabe. O episódio comprova o poder de mobilização das ferramentas, mas mostra também que só foi possível porque envolveu pessoas com a mesma motivação.</p>
<p>E é este também o combustível de tantos “jornalistas-cidadãos” como no caso do chinês <a href="http://international.ohmynews.com/" target="_blank">OhMyNews</a> ou do carioca <a href="http://www.vozdascomunidades.com.br/" target="_blank">Voz Das Comunidades</a>. Esta história é ótima. <a href="http://twitter.com/#!/Rene_Silva_RJ" target="_blank">Rene Silva</a>, jovem de 17 anos, há seis criou um jornalzinho rudimentar na sua comunidade no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Até o ano passado, ele cuidava do jornal e de um <a href="http://twitter.com/#!/vozdacomunidade" target="_blank">perfil no Twitter</a>. Com os conflitos que aconteceram na região em novembro, Rene se tornou fonte obrigatória para quem procurava saber o que acontecia dentro da comunidade. No dia seguinte ao início da ocupação, ele passou de 180 para quase 20 mil seguidores no Twitter e hoje, menos de seis meses depois, seu jornalzinho se tornou um grande portal para diversas comunidades cariocas. <a href="http://www.slideshare.net/CDN_Comunicacao/jornalismo-20-7806637" target="_blank">Na apresentação</a>, citei diversos outros cases que gosto muito quando o assunto é jornalismo cidadão. Claro que existem milhares de outros bons exemplos (e você pode indicar seus favoritos nos comentários).</p>
<p>Pra encerrar (ufa, você dirá!), lembro da história de um grupo de jornalistas japoneses. Nos dias após os terremotos e tsunami que atingiram o sul do país, eles fizeram à mão um jornal que foi distribuído nos abrigos montados na região. As cidades estavam sem energia elétrica, mas ainda assim as pessoas precisavam de notícias. O mais legal neste caso, é pensar que não importam as redes sociais, os computadores, os iPhones e nem mesmo o Gutenberg. O que importa é a informação e a vontade de contar uma história.</p>
<p>É isso. Um abraço e contem suas histórias.</p>
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		<title>O agronegócio descobre o digital</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 19:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavroche</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada visitei a 18a Edição do Agrishow, realizado em Ribeirão Preto. Apesar de já ter tido uma passagem pela assessoria de imprensa da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (FAESP), nunca havia tido a oportunidade de conhecer este evento (falha minha). Na verdade ele não é o tema deste post, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Agronegócio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3285" title="Agronegócio" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Agronegócio.jpg" alt="" width="656" height="266" /></a></p>
<p>Na semana passada visitei a 18a Edição do Agrishow, realizado em Ribeirão Preto. Apesar de já ter tido uma passagem pela assessoria de imprensa da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (<a href="http://www.faespsenar.com.br">FAESP</a>), nunca havia tido a oportunidade de conhecer este evento (falha minha). Na verdade ele não é o tema deste post, mas apenas uma ambientação da história que tenho pra contar, e só pra constar: o evento é monstruoso, no bom sentido.</p>
<p>Com uma área de cerca de 180 mil metros quadrados, eu e Otávio Ramos, que também trabalha aqui na CDN Digital, gastamos a sola das botinas para percorrer um pouco deste espaço. Mesmo sob sol forte (e a promessa de conseguir algum tempo livre para um chopp no Pinguim no fim do dia) ficamos bastante satisfeitos por poder conhecer um pouco do que o agronegócio tem feito na arena digital. E a surpresa foi positiva.</p>
<p>A primeira boa notícia é que o agronegócio já abriu seus olhos para o mundo digital. É claro, ali naquele recinto estávamos lidando com as empresas mais evoluídas em matéria de tecnologia agrária: tratores com GPS, colheitadeiras computadorizadas, máquinas irragadoras que pareciam ter saído do filme &#8220;Transformers&#8221;&#8230; mas o fato é que grande parte delas já dispõe de website e algumas delas já flertam com as redes sociais, ainda que timidamente.</p>
<p>Dois casos específicos me chamaram bastante atenção. O primeiro foi da Jacto, que no meio da feira montou um painel LED, de 3 metros de altura, onde passava os vídeos em que os personagens principais eram os próprios visitantes do seu estande. Tudo feito ali mesmo: captura de imagens, edição em ilha montada no próprio local, upload para o YouTube e distribuição das imagens. Para deixar esse material todo disponível, criaram o site <a href="http://www.jactowebtv.com.br">www.jactowebtv.com.br</a>, que funciona como uma grande galeria de vídeos e fotos da empresa.</p>
<p>Sem os mesmos recursos tecnológicos, com vídeos bem mais simples, a Jumil conta que por meio do seu <a href="http://www.youtube.com/jumilmkt">canal do YouTube </a>conseguiu realizar a venda de uma máquina. &#8220;Não esperávamos ter um retorno desse tipo&#8221;, disse o gerente de marketing Fernando Gomiero. &#8220;Eu mesmo fiz o canal da empresa no YouTube, sem imaginar que as coisas poderiam caminhar desse jeito. Este vídeo teve cerca de 10 mil visualizações&#8221;, comemora Gomiero, sem contabilizar que fora a venda da máquina, também ganhou com o reforço de imagem da sua marca para milhares de pessoas.</p>
<p>Só pra completar&#8230; um outro dado que sustenta a minha percepção sobre a inclusão digital do mercado agropecuário, é que segundo uma<a href="http://www.beefpoint.com.br/comunidade/fique-atento/abmra-divulga-pesquisa-sobre-o-perfil-comportamental-e-habitos-de-midia-do-produtor-rural-brasileiro-65456n.aspx"> pesquisa conduzida pela Ipsos Marplan</a> que mostra o perfil comportametal e os hábitos de mídia do produtor rural brasileiro, a internet já é hoje, para 20% dos produtores rurais, o melhor meio de divulgação de mensagem sobre novos lançamentos, usos, características de produtos, máquinas e equipamentos rurais. Vai ter gente dizendo que 20% é pouco, mas em termos de mídia, a internet só perde para TV e rádio. Acho que vale pensar nisso.</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/perfil_assina_gavroche.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3286" title="perfil_assina_gavroche" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/perfil_assina_gavroche.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Do virtual para o real: @dtapscott</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 19:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
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“Escrevi meu primeiro livro sobre internet em 1981 e tenho certeza que minha mãe foi quem comprou todos”, compartilhou conosco Don Tapscott, professor, consultor, presidente da nGenera Insight e autor de uma valiosa bibliografia que tem inspirado a mim e muitos profissionais que estão a desbravar esse mundão mergulhado na cibercultura. Além de nós, pobres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_stage.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3275" title="don_stage" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_stage-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_dinner.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3274" title="don_dinner" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_dinner-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_coffee_2.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3273" title="don_coffee_2" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_coffee_2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_coffee_1.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3272" title="don_coffee_1" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_coffee_1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/don_stage.jpg"></a>“Escrevi meu primeiro livro sobre internet em 1981 e tenho certeza que minha mãe foi quem comprou todos”, compartilhou conosco <a href="http://twitter.com/#!/dtapscott" target="_blank">Don Tapscott</a>, professor, consultor, presidente da nGenera Insight e autor de uma valiosa bibliografia que tem inspirado a mim e muitos profissionais que estão a desbravar esse mundão mergulhado na cibercultura. Além de nós, pobres mortais, Barack Obama também se inclui nesse grupo de inspirados por Mr. Tapscott, ao fazer do livro <a href="http://dontapscott.com/books/wikinomics/" target="_blank">Wikinomics</a>, seu companheiro de cabeceira.</p>
<p>Confesso que demorei um pouco para compor esse post sobre minha experiência com Don Tapscott. Pensei em uma entrevista com Mr. Tapscott (ainda bem que <a href="http://twitter.com/#!/markhillary" target="_blank">Mark</a>, novo amigo do Twitter o fez. Confira <a href="http://youtu.be/mUaM34z6SKU" target="_blank">aqui</a>), em escolher um viés de uma de suas mais de 10 obras para explorar, falar de bastidores, enfim. Mas preferi compartilhar com vocês como Don Tapscott se traduziu, para mim, do virtual para o real. Pois acredito que essa experiência ilustra muito bem a força das redes sociais, dos laços que são construídos entre pessoas de qualquer parte do globo, agora, por meios digitais, com mais agilidade, sem barreiras de idioma e de limites geográficos.</p>
<p>Meu primeiro contato com Mr. Tapscott foi com a obra Wikinomics, que me fez sonhar com processos colaborativos lá em 2008, quando ousei junto com o admirado <a href="http://www.linkedin.com/in/marcelosiffert" target="_blank">Marcelo Siffert</a>, na época CFO de TI da mineradora em que trabalhávamos, implementar uma grande rede social corporativa. De lá pra cá, reencontrei Mr. Tapscott no Twitter, entre comentários, artigos e seu livro <a href="http://dontapscott.com/books/grown-up-digital/" target="_blank">Grown Up Digital</a> (que eu A-DO-RO!).  E nessa semana o encontrei, pessoalmente, a seu convite.</p>
<p>Tive a honra de fazer parte do que ele chama &#8220;meus amigos do Twitter&#8221;, um grupo formidável de umas 10 pessoas, com as quais aprendi muito em poucas horas. Em nossos dois encontros, #coffeewithdon e #dinnerwithdon, papos riquíssimos, como: as 10 grandes sugestões de iniciativas colaborativas para 10 grandes problemas americanos (alô, <a href="http://twitter.com/#!/dilmabr" target="_blank">Dilma</a>!), que Mr. Tapscott levará a <a href="http://twitter.com/#!/BARACKOBAMA" target="_blank">Barack Obama</a>; os desafios de transição das corporações do &#8220;old industry age&#8221; (velho modelo), em processo de atrofia, segundo ele, para a realidade mais orgânica e produtiva do mercado; do novo modelo de liderança, a Liderança Coletiva, sustentada pela colaboração, abertura e transparência. Enfim, assuntos que fazem nós, profissionais, aprendizes e mediadores do conhecimento ansiar por mais.</p>
<p>Poderia fica escrevendo sobre a discussão por horas. Contudo, não vou abusar da sua atenção até aqui despendida e vou finalizando esse post com a resposta de Mr. Tapscott a minha pergunta de qual seria o novo papel da comunicação corporativa no cenário contemporâneo. Ele disparou: &#8220;as empresas estão nuas. Elas, agora e cada vez mais, devem ficar &#8217;saradas&#8217;. E com &#8217;saradas&#8217; quero dizer que vem a abertura e a transparência&#8221;. E foram exatamente esses dois valores que viabilizaram meu relacionamento com Don Tapscott, iniciado via mídias sociais.</p>
<p>Essa é uma experiência em muitas que construímos todos os dias. Do virtual para o real. Ou do real para o virtual. Pra mim, não tem mais dessa. Virtual, digital, real: essa é nossa vida contemporânea.</p>
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		<title>Comunicação e tecnologia: vai dar casamento?</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 21:41:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
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É namoro ou amizade, Silvio? Que há o interesse entre as áreas, isso é fato, Lombardi! Olha daqui, pergunta de lá, ensaia um pouco e rola o bate-papo. Foi nesse clima de “vamos nos conhecer melhor” que tive a satisfação de palestrar e contribuir com a 13ª Conferência do International Business Communications sobre “A Nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/wedding_cortada1-e1304545010991.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3253" title="wedding_cortada" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/05/wedding_cortada1-e1304545010991.jpg" alt="" width="656" height="272" /><br />
</a><br />
É namoro ou amizade, Silvio? Que há o interesse entre as áreas, isso é fato, Lombardi! Olha daqui, pergunta de lá, ensaia um pouco e rola o bate-papo. Foi nesse clima de “vamos nos conhecer melhor” que tive a satisfação de palestrar e contribuir com a 13ª Conferência do <a href="http://www.ibcbrasil.com.br" target="_blank">International Business Communications</a> sobre “A Nova Geração de Portais Corporativos”, no último dia 26.</p>
<p>Profissionais da <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/" target="_blank">Petrobras</a>, <a href="http://br.sodexo.com/brpo/default.asp" target="_blank">Sodexo</a>, <a href="http://www.usiminas.com" target="_blank">Usiminas</a>, <a href="http://www.suzano.com.br/portal/" target="_blank">Suzano</a>, <a href="http://www.voegol.com.br" target="_blank">GOL</a>, <a href="http://www.oracle.com/br/index.html" target="_blank">Oracle</a>, <a href="http://www.ibm.com/br/pt/" target="_blank">IBM</a>, entre outras empresas de diversos setores da economia discutindo sobre como podem lidar melhor com os seus portais corporativos e, é claro, com as redes sociais digitais dentro das corporações.</p>
<p>O interesse das grandes empresas em discutir temas como interatividade, conteúdo, tecnologia, comunicação, arquitetura da informação, design e demais disciplinas essenciais no campo dos ambientes digitais já me faz crer que estamos acompanhando um namoro que pode perpetuar um ótimo casamento.</p>
<p>O evento me surpreendeu positivamente por dois aspectos especiais:</p>
<p>- Entre as 70 pessoas presentes, 50% eram profissionais de comunicação e os demais 50% de tecnologia: siiiiiiiiim! Comunicação e Tecnologia, enfim, estão namorando e começando a entender que pra fazer ambientes digitais corporativos de sucesso, precisam trabalhar juntos. E se dependesse dos componentes da minha mesa, <a href="http://twitter.com/#!/fmendes" target="_blank">Flávio Mendes</a> (Social Business Leader da IBM), <a href="http://twitter.com/#!/danielsnasci" target="_blank">Daniel Nascimento</a> (Tecnologia da Informação e Portais da Odebrecht) e <a href="http://twitter.com/#!/tinhasantiago" target="_blank">eu </a>(Mídias Sociais da CDN Digital) o casamento entre TI e comunicação já seria feliz.</p>
<p>- Mais do que ferramentas, há de se cuidar do comportamental: iupi! Nossa mesa teve a satisfação de responder perguntas sobre como influenciar e orientar o comportamento das pessoas nos portais e nas redes sociais digitais. Compreender que, antes de fomentar a etapa do “vamos conectar, falar e acontecer”, é necessário cuidar da casa. #comofaz? <a href="http://slidesha.re/fMpW3s" target="_blank">Aqui </a>você encontra alguns caminhos.</p>
<p>E, se me permitem. Sabe quando o casamento ficará completo? Quando a família crescer! Inovação, Gestão do Conhecimento, Jurídico, Segurança da Informação e Recursos Humanos. Família que trabalha junta, cresce junta, né Lombardi?</p>
</div>
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		<title>E vamos falar de portais, redes sociais, cultura digital e muito mais</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 22:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A nova geração de portais corporativos é o tema da 13ª Conferência do International Business Communications (IBC), que será realizado nos dias 26 e 27 de abril e contará com a participação da CDN Digital. Acompanhe aqui a transmissão ao vivo, dia 26, a partir das 11h30.

Interaja no Twitter @cdndigital. A especialista em Planejamento e Estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A nova geração de portais corporativos é o tema da 13ª Conferência do International Business Communications (IBC), que será realizado nos dias 26 e 27 de abril e contará com a participação da CDN Digital. <a href="http://twitcam.livestream.com/4o9mb">Acompanhe aqui a transmissão ao vivo</a>, dia 26, a partir das 11h30.</p>
<p><object id="twitcamPlayer" width="320" height="265" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"><param name="movie" value="http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=4o9mb"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="wmode" value="window"/><embed name="twitcamPlayer" src="http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=4o9mb" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#ffffff" width="320" height="265" wmode="window" ></embed></object></p>
<p>Interaja no Twitter @cdndigital. A especialista em Planejamento e Estratégia Digital da CDN, Renata Santiago (@tinhasantiago), Flávio Mendes (@fmendes), da IBM, e Daniel Nascimento (@danielsnasci), da Odebrecht, debatem sobre Interação do Público Interno com Portais e Redes Sociais.</p>
<p>Participe!</p>
</div>
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		<title>Quem paga por bom conteúdo?</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 19:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavroche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recheio eletrônico]]></category>
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		<category><![CDATA[honestidade]]></category>
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		<category><![CDATA[pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, ainda existe conteúdo de qualidade que pode ser acessado sem que o usuário precise desembolsar um único tostão, mas não há como acreditar que todo aquele material que você leu, assistiu, degustou e até copiou, não custou nada para ninguém. A máxima de que “não existe almoço grátis”, continua valendo nos tempos da internet.
Chega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/conteúdo_cobrado.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3237" title="conteúdo_cobrado" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/conteúdo_cobrado.jpg" alt="" width="656" height="211" /></a></p>
<p>Sim, ainda existe conteúdo de qualidade que pode ser acessado sem que o usuário precise desembolsar um único tostão, mas não há como acreditar que todo aquele material que você leu, assistiu, degustou e até copiou, não custou nada para ninguém. A máxima de que “não existe almoço grátis”, continua valendo nos tempos da internet.</p>
<p>Chega a ser engraçado o posicionamento de algumas pessoas frente ao custo que se tem a pagar por conteúdo. Meu pai, por exemplo, sempre foi assinante de jornais como <a href="http://www.estadao.com.br/">O Estado de S. Paulo</a>. Pode ser que em algum momento da minha vida eu tenha acreditado que estávamos pagando pela entrega do jornal na porta de casa, mas fazendo uma análise mais crítica, desde tempos remotos nós já pagávamos por conteúdo.</p>
<p>Talvez pelo fato da internet ter disponibilizado uma grande quantidade de informações “gratuitas” desde o seu surgimento, hoje algumas pessoas se negam a pagar por assinaturas digitais, como a que o próprio <a href="http://www.estadao.com.br/celular/ipad/">Estadão </a>começou a cobrar para seu aplicativo de iPad.</p>
<p>Talvez eu não precisasse lembrar ninguém disso, mas quando eu disse que não existe almoço grátis, é claro que eu me referia ao fato de que você pode não pagar para ler as notícias do site <a href="http://www.terra.com.br">Terra</a>, por exemplo, mas isso só acontece porque ele gerou um outro modelo de negócios onde o seu pagamento acontece toda vez que você assiste a uma propaganda, clica em um banner, realiza uma compra de produto por meio do seu shopping e assim por diante.</p>
<p>O <a href="http://www.nytimes.com/">New York Times</a>, que também tem cobrado pelo seu conteúdo, sofreu uma queda de 15% no seu número de leitores digitais nos últimos meses. Na minha opinião, é uma queda até pequena, e eu não duvido de que em algum tempo, o número de leitores volte a subir.</p>
<p>O que existe de muito similar e estranho nos casos do Estadão e do <a href="http://www.nytimes.com/2011/03/28/opinion/l28times.html?_r=1&amp;WT.mc_id=ED-D-I-NYT-MOD-BIG-TTIDS-ROS-0411-NA&amp;WT.mc_ev=click">NYT </a>é que o preço para assinatura do conteúdo é uma verdadeira confusão de valores e combinações de opções, mas de uma maneira geral, você pode pagar US$ 1,99 por cada edição avulsa do <a href="http://www.estadao.com.br/celular/ipad/">Estadão </a>(meio absurdo, não?), ou então desembolsar RS$ 29,90 ao mês (bem mais razoável).</p>
<p>Nesta semana, recebemos aqui na CDN Digital a visita de duas representantes do site <a href="http://www.wgsn.com/">WGSN</a>, que tem sede em Londres, mas que espalha seus caçadores de tendência pelas mais importantes capitais do mundo. O WGSN é especializado em fornecer conteúdo sobre tudo o que é tendência no mundo. Agências de publicidade, ateliers de alta-costura, escritórios de arquitetura e muitos outros negócios se amparam nas “especulações” analisadas pelo WGSN, que diz prever hoje o que será “moda” daqui a dois anos: uma informação super-preciosa, que tem custo anual de US$ 15 mil por assinatura!</p>
<p>Citei o caso da <a href="http://www.wgsn.com/">WGSN </a>para analisar o argumento de muitas pessoas adeptas da apropriação indébita: “Isso é muito caro! Se fosse mais barato eu compraria.” Aliás, tenho muitos amigos que baixam música, filme, software, jogos e tudo mais que desejam sem pagar nada. Um artifício nacionalmente conhecido como pirataria. O conteúdo não É gratuito, mas na opinião deles, ESTÁ gratuito, graças a alguns serviços de compartilhamento de arquivos.</p>
<p>O argumento do preço alto é quase como dizer que alguém está meio-grávida. Não existe meia-honestidade. Pensando por este lado, qualquer um poderia dizer que roubou um Porsche Panamera da concessionária só porque ele é muito caro.</p>
<p>Para tentar driblar esse argumento, alguns sites e artistas criaram um formato diferente de cobrança. Pague se quiser e pague o quanto você achar que vale, utilizando ferramentas como a de doações do <a href="https://www.paypal.com.br/br/cgi-bin/webscr?cmd=_home&amp;locale.x=en_US">PayPal</a>. Posso apostar com vocês que aqueles que pagam (qualquer valor) são as mesmas pessoas que pagariam por qualquer outro conteúdo que é cobrado normalmente.</p>
<p>Ou seja, o problema não é o quanto se cobra, o problema é a índole de algumas pessoas que insistem em acreditar que o trabalho do cidadão que criou aquilo tudo não tem valor nenhum.</p>
<p>Sei que muita gente é capaz de entrar aqui para defender a pirataria por N motivos, mas eu continuo acreditando que o conteúdo de qualidade ainda tem espaço para ser cobrado e bem pago. É por essas e outras que eu faço questão de só ter filmes originais, jogos originais de PS3, software com licença original etc.</p>
<p>E pra completar, li um post legal no Twitter essa semana, que eu não lembro se citava o caso específico do iPhone 4 ou de qualquer outro aparelho, então vou adaptar um pouco o texto: Você gasta uma fortuna no seu celular, mas se nega a pagar US$ 1 por um app???  Tsc, tsc, tsc.</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/perfil_assina_gavroche.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3236" title="perfil_assina_gavroche" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/perfil_assina_gavroche.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>O Designismo</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/na-pratica/o-designismo/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 15:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Beleza pura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hoje em dia, ouvimos muitos termos como hair design, design de jóias, cake design, design de unhas entre outros. Estamos vivendo uma era da valorização do design, onde as organizações estão descobrindo, tardiamente principalmente no Brasil que ainda engatinha nessa área, a importância do design para o sucesso de um produto ou serviço.
Amando ou odiando, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/postfisher.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3231" title="postfisher" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/postfisher.jpg" alt="" width="656" height="249" /></a></p>
<p>Hoje em dia, ouvimos muitos termos como hair design, design de jóias, cake design, design de unhas entre outros. Estamos vivendo uma era da valorização do design, onde as organizações estão descobrindo, tardiamente principalmente no Brasil que ainda engatinha nessa área, a importância do design para o sucesso de um produto ou serviço.</p>
<p>Amando ou odiando, podemos citar o sucesso da Apple como um marco no crescimento do “Designismo”, onde seu produto é vendido e considerado, por muitos, como sonho de consumo, não só pelo seu desempenho e sim muito mais pelo seu design. Isso  é evidenciado pelo pouco investimento em marketing e propaganda feito atualmente pela empresa. Seu produto consegue alcançar vendas respeitáveis muito mais pelo seu boca-a-boca, ou seja, seu design vende muito.</p>
<p>Com o sucesso alcançado por empresas que investem pesado em funcionalidades e projetos inovadores, muitos passaram a querer ligar seu nome ou o nome de seu produto e serviço ao design.  Mas será que em todos eles podemos encontrar de fato o “design”?</p>
<p>Para entendermos melhor, precisaremos entender a diferença básica entre design e artesanato. Embora estejam intrinsecamente ligados, são coisas diferentes. O artesanato é essencialmente um trabalho manual ou a produção de um artesão, não possuindo assim uma produção em série e, tão pouco, uma funcionalidade evidente. Podemos ter uma cadeira como artesanato, possuindo a função de ser utilizada em escritório, mas não sendo produzida em série, ou um quadro que serve apenas esteticamente.</p>
<p>Já para termos um design, necessariamente o produto precisar ser produzido em série e possuir uma funcionalidade. Design é configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato, sendo uma atividade técnica e criativa, orientada por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema.</p>
<p>Design de Embalagem, Design de Produtos, Design Gráfico, Design de Web, possuem em si a “alma” do design, ou seja, possuem a arte em sua base, mas são produzidas em larga escala, com um objetivo e com uma funcionalidade específica, seja ela para orientar ou facilitar.</p>
<p>A maioria das pessoas traduz erroneamente design como “desenho”. Design vem do latim <em>Designare, </em>melhor traduzido como<em> “</em>Designar”, ou seja, mostrar, determinar, marcar.</p>
<p>O Design, no Brasil chamado de Desenho Industrial, surgiu com o advento da Revolução Industrial em meados do século XIX, entretanto como disciplina aflorou na primeira década do século XX na Alemanha, influenciado principalmente pela Bauhaus, primeira escola de design do mundo, fundada em 1919. Seu estudo está ligado a outras áreas do conhecimento como a psicologia, teoria da arte, comunicação, simbologia, cognição, gestalt, entre outros.</p>
<p>Design não é só aparência. Não é apenas “coloque uma artesinha nisso aqui?”. Design é comunicação, é acrescentar valor e significado, é simplificar, esclarecer, modificar, dignificar, dramatizar, persuadir e inovar. Design é como funciona.</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/perfil_assina_cleber.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3230" title="perfil_assina_cleber" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/perfil_assina_cleber.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Os promonautas</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/os-promonautas/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 19:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Tereza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Promonautas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento com marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eles adoram o mundo das promoções. Possuem uma rede sólida de amigos no Twitter, Facebook, MSN, Orkut e estão sempre à caça da tag #promo.
Alguns fazem disso um hobby rentável. São experts no assunto, dominam bem as redes sociais e até são conhecidos no meio. Bastou uma #promo surgir e o sentimento de euforia pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Promonautas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3220" title="Promonautas" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Promonautas.jpg" alt="" width="656" height="209" /></a></strong></p>
<p>Eles adoram o mundo das promoções. Possuem uma rede sólida de amigos no Twitter, Facebook, MSN, Orkut e estão sempre à caça da tag #promo.</p>
<p>Alguns fazem disso um hobby rentável. São experts no assunto, dominam bem as redes sociais e até são conhecidos no meio. Bastou uma #promo surgir e o sentimento de euforia pelo prêmio toma conta do dia, da noite, da madrugada. Possuem uma agilidade pra pedir votos pra sua vasta rede de contatos digna de passar inveja em muitos políticos. Eles são uma classe emergente na internet: os promonautas.</p>
<p>É aí que vale uma reflexão das marcas que querem movimentar as redes sociais na ânsia de ganhar rapidamente um número significativo de fãs ou seguidores nas redes sociais. E muitos deles são fakes criados pelos promonautas ou perfis emprestados de amigos e familiares pra fazer volume e aumentar as chances de ganhar. Ou seja, boa parte desse público não se relaciona com a marca e sim com a promoção.  </p>
<p>Se de um lado temos esse universo de pessoas sedentas por promoções, por outro temos um público que extrapola o conceito de consumidores, mas que são verdadeiros embaixadores da marca. Esse séquito, inclusive, ao se deparar com promoções que não são avaliadas pela empresa, acha injusto e até deixa de participar. Geralmente preferem os concursos culturais (só pra citar um exemplo) em que o que vale é a criatividade “aos olhos” da marca.</p>
<p>Nas redes sociais os resultados já são rápidos por natureza. Por isso, avaliar que tipo de relacionamento deve ter qualquer engajamento nelas é fundamental para não investir esforços somente em um público que está ali pela tag #promo e não pela marca.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/perfil_assina_Maria.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3223" title="perfil_assina_Maria" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/perfil_assina_Maria.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Instagr.am: um jeito diferente de se relacionar com as marcas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 21:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anacarolina Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[All Star]]></category>
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		<description><![CDATA[
Fila de banco, o buzão que não chega, o comercial da TV interminável. Nada disso me estressa mais. Tá chato? Pego meu iPhone e esqueço da vida, acessando meus queridos aplicativos que eu amo de paixão! Um deles – e um dos meus preferidos – é o Instagram (@instagram), uma rede social criada por Mike Krieger [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/postmarc.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3202" title="postmarc" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/postmarc.jpg" alt="" width="656" height="249" /></a></p>
<p>Fila de banco, o buzão que não chega, o comercial da TV interminável. Nada disso me estressa mais. Tá chato? Pego meu iPhone e esqueço da vida, acessando meus queridos aplicativos que eu amo de paixão! Um deles – e um dos meus preferidos – é o<a href="http://instagr.am/"> Instagram</a> (@instagram), uma rede social criada por<a href="http://www.linkedin.com/in/mikekrieger"> Mike Krieger</a> (@mikeyk) – um brasileiro que mora na Califórnia desde 2004 –, que transforma imagens capturadas pela câmera do iPhone em fotos belíssimas, graças os 14 filtros que as deixam ora envelhecidas, ora vibrantes, PBs etc. Eu descobri uma veia fotográfica que nem sabia que tinha&#8230; <img src='http://www.cdndigital.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A diversão aumenta quando amigos comentam ou curtem a foto postada. Além disso ainda dá pra publicá-la no Facebook, no Twitter e no Foursquare, entre outras redes. Ou seja, o que eu gosto e fotografo (pode ser os amigos, uma paisagem, um lugar, um logo, uma marca), espalho para todo mundo que me segue, em todas as redes em que estou presente.</p>
<p>E a brincadeira pegou. O aplicativo, em pouco mais de 3 meses, já conta com mais de 1 milhão de usuários espalhados pelo mundo e o Brasil é o 4º país que mais usa o brinquedinho. Algumas marcas já se aventuram e, com isso, mostram que estão conectadas, ligadas.</p>
<p>Mas são poucas ainda. Um dos casos é o da <a href="http://www.levi.com.br/brasil/" target="_blank">Levi’s Brasil </a>(@levis_br), que criou um perfil no Instagram para divulgar as últimas coleções. Além de mostrar as peças, ainda espalha charme e atitude. Atualmente, são 313 seguidores, que curtiram e/ou comentaram cada uma das 120 fotos já postadas.</p>
<p>A dica do perfil da Levi’s veio do<a href="http://www.paulohenriquelemos.com/"> Paulinho</a> (@PHLemos), amigão e ex-CDN Digital (saudade meu caro!), e dando uma geral em quem a marca segue, descobri outras 2 que passei a seguir: <a href="http://www.converseallstar.com.br/">Converse Brasil</a><span style="text-decoration: underline;"> </span>– dos tênis All Star! (@conversando) e<a href="http://blog.modateca.com.br/"> Modateca</a> (@modateca) – uma lojinha na Vila Madalena que tem roupas e sapatos incríveis!</p>
<p>Ainda no perfil da Levi’s no Instagram encontrei o<a href="https://docs.google.com/document/d/1kDJu4tblDwbpsJrJvmCWgXdFdFnGYbkrN9QEOymj1-Q/"> Instamission</a> (@instamission), um projeto bem bacana que, a cada semana, cria uma missão para apaixonados por fotografia e pelo aplicativo. O desta semana é fotografar a coisa mais legal do seu trabalho. Eu cliquei o flahmob que fizemos nesse dia, quando trouxemos brinquedos para a agência! E toda sexta tem missão nova. Vamos nessa? <img src='http://www.cdndigital.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>*na foto, da esq. para a dir., a Syl e a Dri, da área de Operações, e o Lacava, do Comercial</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.twitter.com/anacarolgarcia"><img class="aligncenter size-full wp-image-3203" title="perfil_assina_carol" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/perfil_assina_carol.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Top 5 coisas mais malas em um site</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 12:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Remontti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Recheio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[AI]]></category>
		<category><![CDATA[navegação]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
Outro dia li num blog um post bacana sobre os motivos que fazem as pessoas abandonarem um site.
Especificamente no meu caso, tem coisas que me deixam com o humor de um homem bomba preso em um engarrafamento em Bagdá. Por exemplo, não tem nada pior do que você acessar um site e, do nada, vir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/irritado.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3196" title="irritado" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/irritado.jpg" alt="" width="656" height="198" /></a></p>
<p>Outro dia li num blog um post bacana sobre os motivos que fazem as pessoas abandonarem um site.</p>
<p>Especificamente no meu caso, tem coisas que me deixam com o humor de um homem bomba preso em um engarrafamento em Bagdá. Por exemplo, não tem nada pior do que você acessar um site e, do nada, vir aquela musiquinha de não se sabe onde. Aí não tem jeito, morte lenta e dolorosa a quem teve a “brilhante ideia”. Navegação confusa, fontes pequenas e <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://webinsider.uol.com.br/2011/01/26/oportunidade-das-redes-sociais-nao-e-para-propaganda/">publicidade</a></span> no meio do texto também são de doer.</p>
<p>E eu, que sempre me achei muito mala por sair sem dó de um site quando há coisas assim, não é que achei ali, naquele post, um monte de comentários de gente que pensa do mesmo jeito? Yes!</p>
<p>Pois é, não há um grupo de ajuda pra pessoas como nós. Que eu saiba, não existe um “Usuários-anônimos-de-sites-ruins” e nem um número de telefone para o qual você liga e uma voz reconfortante te diz: “<em>Sim, eu sei como é. O importante é saber que você é mais do que aquela música no fundo da página. Você é uma pessoa muito humana</em>. <em>Sai desse DHTML que ele não te pertence</em>”. Mas isso são casos extremos, ok? Algumas seções de análise e terapia de vidas passadas podem resolver. Ou não.  </p>
<p>Mas o que eu queria mesmo dizer, após esse prólogo aparentemente sem importância, é que existem coisas bem chatas e que podem tirar o visitante da sua página. E isso pode fazer você perder um cliente. Ah, e dinheiro também, claro.</p>
<p>Então é isso. Segue aí abaixo os meus <strong>top 5 coisas mais malas em um site</strong>.</p>
<p><strong>1 – Som automático. </strong></p>
<p>Definitivamente, nada é mais irritante, certo?</p>
<p><strong>2 – Loading demorado</strong></p>
<p>Mais que 10 segundos é inadmissível. Ah, e loading sem uma barra de indicação de progresso também não dá.</p>
<p><strong>3 – Não saber o que o site faz. </strong></p>
<p>Poxa, em 5 segundos a pessoa tem de saber o que o site faz. Objetividade!</p>
<p><strong>4 – Publicidade mais importante que conteúdo.</strong></p>
<p>Sim, eu sei. O site tem de se pagar, o cliente tem razão etc. etc. Mas publicidade mais importante que o conteúdo é demais.</p>
<p><strong>5 – Banner DHTML</strong></p>
<p>Claro, tem casos e casos. Mas pelo menos com popup você pode bloquear, né? Já com DHTML é jogo sujo. Em alguns o cara faz o botão de fechar tão pequeno e escondido que você acaba clicando no banner. Maldade pura.  </p>
<p>Mas e você? O que te irrita em um site? Solte o verbo e diga os seus motivos pra abandonar uma página. Quem sabe não fazemos um documento com dicas que vão ajudar um monte de gente. Combinado?</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/perfil_assina_carlosremontti.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3197" title="perfil_assina_carlosremontti" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/perfil_assina_carlosremontti.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Cara-a-cara na horizontal</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 18:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação horizontal]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Já ouviu falar em Horizontalização da Comunicação? Basicamente a ideia é o desaparecimento do conceito broadcast, onde um veículo ou organização dissemina conteúdo de forma unilateral e pouco participativa, para dar lugar à participação e conteúdos de usuários comuns, que antes não conseguiam atingir audiência necessária para se tornarem relevantes. Com os blogs, fóruns, comunidades, Twitter, Facebook, Youtube e outros, a atenção das pessoas foi sendo direcionada para conversas mais focadas, onde os interlocutores estavam mais próximos uns dos outros.

O Facebook, rede social com quase de 600 milhões de usuários ativos, tem chamado atenção nos últimos meses pelo seu crescimento exponencial, pelo tamanho de sua audiência e também pelo seu fundador, eleito o Homem do Ano em 2010. A rede ultrapassou o Google em audiência no ano de 2010 e tem reformulado o jeito que as pessoas e marcas navegam e interagem na web.

Na última semana surgiram algumas mudanças que podem dar um futuro ainda mais social para internet. As principais aconteceram nas chamadas Fanpage, páginas criadas para uma figura pública ou organização, diferente de um perfil de usuário comum. Confira:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Like_button_Facebook1.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Like_button_Facebook2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3183" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Like_button_Facebook2.jpg" alt="" width="656" height="249" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Já ouviu falar em Horizontalização da Comunicação? Basicamente a ideia é o desaparecimento do conceito <em>broadcast</em>, onde um veículo ou organização dissemina conteúdo de forma unilateral e pouco participativa, para dar lugar à participação e conteúdos de usuários comuns, que antes não conseguiam atingir audiência necessária para se tornarem relevantes. Com os blogs, fóruns, comunidades, Twitter, Facebook, Youtube e outros, a atenção das pessoas foi sendo direcionada para conversas mais focadas, onde os interlocutores estavam mais próximos uns dos outros.</p>
<p style="text-align: justify">O Facebook, rede social com quase de <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/facebook/noticias/facebook-completa-sete-anos-com-600-milhoes-de-usuarios">600 milhões</a> de usuários ativos, tem chamado atenção nos últimos meses pelo seu crescimento exponencial, pelo tamanho de sua audiência e também pelo seu fundador, eleito o <a href="http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,2036683_2037183_2037185,00.html">Homem do Ano em 2010</a>. A rede <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/facebook-ultrapassa-google-numero-acessos-estados-unidos">ultrapassou o Google</a> em audiência no ano de 2010 e tem reformulado o jeito que as pessoas e marcas navegam e interagem na web.</p>
<p style="text-align: justify">Na última semana surgiram algumas mudanças que podem dar um futuro ainda mais social para a internet. As principais aconteceram nas chamadas <em><span style="text-decoration: underline"><a href="http://www.facebook.com/help/?faq=14259&amp;tq">Fanpage</a></span></em>, páginas criadas para uma figura pública ou organização, diferente de um perfil de usuário comum. Confira:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Navegação em abas no Menu Lateral</strong><br />
As abas que antes estavam em um menu superior, agora recebem menos destaque e o que chama mais atenção é a aba Mural, onde ocorrem os diálogos. Assim as abas personalizadas com promoções e banners chamativos ficam mais escondidas. &#8211; Menos propaganda e mais conversa.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Fotos destaque:</strong><br />
No topo das páginas serão expostas cinco fotos em destaque randomicamente. Essa ferramenta estava disponível apenas para perfis, sendo que as fotos em destaques eram as cinco últimas em que a pessoa foi marcada. – Destaque que privilegia democraticamente o conteúdo visual.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Navegue como perfil ou como página</strong><br />
A mudança mais significativa é a navegação por perfil ou por página. Quando um usuário cria uma página ele pode escolher por navegar pelo Facebook interagindo com o seu nome ou com o nome da página que ele criou. Isso significa que a página da <span style="text-decoration: underline"><a href="http://www.facebook.com/nikefutebol">Nike Futebol</a></span>, que possui 247mil fãs, possa interagir nos murais das pessoas como se fosse um perfil de usuário comum. Alguns dizem que essa novidade vai disseminar <em><a href="http://www.facebook.com/help/?search=spam">spams</a></em> no Facebook. Por outro lado, como existem configurações de privacidade, cada um pode se defender quanto a isso e esta é a criação que mais possibilita interação cara-a-cara entre pessoas e marcas. Em um mesmo nível horizontal, o diálogo fica muito mais próximo e pessoal.</p>
<p style="text-align: justify">Antes desta mudança, para criar uma página a empresa precisava criar um perfil de usuário comum ou vincular sua página ao perfil de uma pessoa. Agora basta clicar em “usar Facebook como página” no botão &#8216;Conta&#8217; no canto superior esquerdo e a interação pode começar. – Certamente temos inúmeras possibilidades de relacionamento, atendimento ao consumidor e marketing surgindo.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Destaques<br />
</strong>Outra novidade é a recomendação que uma página faz sobre outras. Na nova página, além dos administradores serem colocados em destaques, como acontece com autores de blogs, por exemplo, uma página pode curtir e publicar em outras. Parceiros, fornecedores e até mesmo concorrentes podem ser divulgados em uma página no Facebook. O que lembra a recomendação que usuários comuns já fazem a seus amigos. – Que marcas a marca que você curte indica?</p>
<p style="text-align: justify">Um detalhe que chama atenção é que as mudanças ocorreram devido a pedidos de usuários e não por pura genialidade dos funcionários do Facebook.</p>
<p style="text-align: justify">Horizontalizar a comunicação então, entre outros, é um processo de praticamente igualar a voz de um cidadão comum com a voz de uma organização ou de um veículo de comunicação. Em um universo onde a recomendação dos amigos nas redes sociais é mais importante do que a própria empresa falando de si, o contrário também é verdade. As empresas querem parecer <a href="http://www.cluetrain.com/portuguese/index.html">mais humanas</a> e ter uma comunicação em que os usuários comuns confiem mais.</p>
<p style="text-align: justify">Se pudesse citar um exemplo mais próximo desta horizontalização, diria que a <a href="http://www.facebook.com/zappos">Zappos Calçados</a> nos Estados Unidos sabe descer do palanque e conversar com os públicos face-a-face. Mas será que isso é mesmo possível, uma grande empresa pode ser tão pessoal assim? Por outro lado, será que as grandes precisam ser tão pessoais?</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.twitter.com/barbizani"><img class="aligncenter size-full wp-image-3188" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/perfil_assina_vina1.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a><a href="http://www.twitter.com/barbizani"></a></p>
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		<title>Ser ou não ser digital: eis a questão</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 20:37:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contador de caso]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[experiências]]></category>
		<category><![CDATA[vida digital]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas tive uma experiência de vida que, com toda certeza, mudará a forma como conduzirei minhas caminhadas profissionais e pessoais.  E como uma profissional da cultura digital me vi rodeada de perguntas e reflexões que sempre estiveram por aqui, mas talvez não tenha dado a devida atenção.
Há duas semanas fui avisada, leia-se “postada” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/American_Airlines_A300.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3161" title="American_Airlines_A300" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/American_Airlines_A300.jpg" alt="" width="656" height="249" /></a>Nas últimas semanas tive uma experiência de vida que, com toda certeza, mudará a forma como conduzirei minhas caminhadas profissionais e pessoais.  E como uma profissional da cultura digital me vi rodeada de perguntas e reflexões que sempre estiveram por aqui, mas talvez não tenha dado a devida atenção.</p>
<p>Há duas semanas fui avisada, leia-se “postada” via Facebook, que meu pai americano, um dos seres humanos mais maravilhosos que já conheci e que mudou minha vida, estava falecendo após 15 anos de luta contra a esclerose múltipla. Após muitos posts, e-mails, mensagens via Skype, a decisão: ir aos Estados Unidos o mais rápido possível.</p>
<p>Tempo era tudo que eu não tinha. Pelo contrário, tinha um passaporte vencido e um vôo indefinido. Não pensei duas vezes e iniciei um “surf” enlouquecido na web: agendei no site da Polícia Federal, para dali a dez horas, o processo de um novo passaporte; comprei os voos no site da American Airlines; reservei o carro no site da Budget; e recarreguei meu cartão Visa Travel Money no site da Cotação.  Tudo concluído em um período de aproximadamente quatro horas, intercaladas pelo acompanhamento por Skype de cada acontecimento em minha “casa” nos EUA.</p>
<p><em>To make a long story short</em>&#8230; Somos seres movidos por necessidades. E na cibercultura não é diferente. Dependendo do cenário em que nos encontramos, somos ou estamos digitais.  E se trouxermos essa visão para o cenário empresarial, não é diferente. Cultura digital não se trata apenas de ferramentas, mas sobre como podemos utilizá-la inteligentemente para potencializar ou nos ajudar a atender nossas necessidades, desde as mais urgentes até as rotineiras.</p>
<p><em>It is all about needs</em>. As empresas são “habitadas” por pelo menos três gerações, com valores e necessidades muito diferentes. Saber identificar o que realmente pode fazer a diferença para cada uma das gerações e, em especial, para as três, é o pulo do gato. </p>
<p>No meu caso, os recursos das internet foram essenciais para que eu me fizesse presente fisicamente o mais rápido possível entre aqueles que amo e que precisavam de mim naquele momento. Um mix que deu certo pra mim: digital + presencial. E pra você? Qual mix deu certo?</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/perfil_assina_renatasantiago.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3164" title="perfil_assina_renatasantiago" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/perfil_assina_renatasantiago.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Webwriter, muito além de escrever</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/em-numeros/webwriter-muito-alem-de-escrever/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 21:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lisandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recheio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[aula]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[redação web]]></category>
		<category><![CDATA[webwriter]]></category>

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		<description><![CDATA[Na segunda semana de janeiro, ministrei o módulo de Webwriting no curso de Gerentes de Mídias Sociais do E-commerce School, em São Paulo, e me dei conta que muita gente ainda acredita que Webwriting é sinônimo de redação para web e, num curso com este nome, aprenderia apenas técnicas de redação. Na verdade, Webwriting vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/webwriting.jpg"><img class="size-medium wp-image-3146 alignleft" style="margin-right: 5px;" title="webwriting" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/webwriting-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" align="left" /></a>Na segunda semana de janeiro, ministrei o módulo de Webwriting no curso de <a href="http://www.ecommerceschool.com.br/gerentes-social-media.htm">Gerentes de Mídias Sociais do E-commerce School</a>, em São Paulo, e me dei conta que muita gente ainda acredita que Webwriting é sinônimo de redação para web e, num curso com este nome, aprenderia apenas técnicas de redação. Na verdade, Webwriting vai muito além do texto, contemplando todo o conteúdo e sua organização em ambiente digital.</p>
<p>Em 1997, o papa da usabilidade, Jacob Nielsen, publicou no seu site <a href="http://www.useit.com/">www.useit.com</a> o resultado de testes de comportamento do texto em ambiente online. Ele identificou a necessidade de uma formatação do texto específica para a web e, desde então, ele e outros profissionais iniciaram estudos neste sentido. (No Brasil, eu destacaria Bruno Rodrigues, autor do livro <a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;kw=webwriting">“Webwriting – Pensando o texto para a Mídia Digital”</a> e que mantém o blog <a href="http://www.bruno-rodrigues.blog.br/">Cebol@</a>)</p>
<p>Os ambientes digitais passaram por transformações, consolidaram-se como meios de distribuição de informação e ampliaram as possibilidades de utilização de conteúdo multimídia. O conteúdo, antes restrito a textos, ganhou vídeos, galerias de imagens, animações, infográficos interativos, ícones, mapas em flash, áudios e outros formatos.</p>
<p>Com a evolução dos ambientes digitais, o Webwriting passou a ser entendido como o conjunto de técnicas de organização e de distribuição de conteúdo (sejam vídeos, imagens, áudios ou textos) em ambientes digitais. Com o objetivo principal de facilitar a leitura e a navegação do conteúdo lançando mão de técnicas e de conhecimentos, não só de redação e de formatação de texto, como de arquitetura de informação, usabilidade, SEO, Acessibilidade, Transmedia, entre outras.</p>
<p><strong>Conteúdo em blocos e camadas</strong></p>
<p>De acordo com estudos realizados (como os de Jacob Nielsen), uma boa maneira de organizar o conteúdo em ambientes digitais é distribuí-los em Lexias. Segundo a enciclopédia digital <a href="http://pt.encydia.com/es/Lexia">Encydia</a>, uma lexia é a unidade mínima de leitura que compõe um texto e foi cunhado pelo pensador francês Roland Barthes.</p>
<p>O conceito de lexia foi apropriado por teóricos do Hipertexto como George Landow e Ted Nelson para se referirem aos blocos de informações distribuídos em ambientes digitais. A distribuição hipertextual do conteúdo em lexias permite que o leitor navegue pelo conteúdo conforme seu interesse.</p>
<p>Gosto também do conceito de Bruno Rodrigues que diz que o conteúdo para ambiente digital deve ser organizado em camadas, como numa cebola. Na<a href="http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/padroes-brasil-e-gov/cartilha-de-redacao-web"> Cartilha de Redação Web</a>, que Bruno Rodrigues desenvolveu para o Governo Federal, ele divide o conteúdo em três camadas:</p>
<p>1) Camada de Apresentação: onde são expostos os aspectos mais persuasivos da informação que virá a seguir;<br />
2) Camada Genérica: onde são respondidas questões básicas sobre a informação em questão;<br />
3) Camada de Detalhamento: onde estão todos os detalhes sobre a informação abordada.</p>
<p>Ou seja, para facilitar a navegação, a distribuição de conteúdo deve ser em camadas organizadas em blocos (lexias) &#8211; independentes e complementares &#8211; que são ligados (linkados) por hipertextos (links).</p>
<p><strong>Formatação de Texto</strong></p>
<p>O conceito de Lexias também ajuda na formatação do texto em si. A ideia é escrevê-lo em blocos, utilizando intertítulos (como estou fazendo aqui). Vale ainda destacar algumas palavras-chaves em negrito ou itálico (não gosto de usar sublinhado em textos digitais, já que o mesmo pode sugerir hiperlink).</p>
<p>O consultor de Social Media e colunista do site Mashable, Muhammad Saleem, destaca que o leitor de mídias digitais (que ele chama de “leitor diagonal”)- diferente de um leitor convencional que lê aproximadamente 240 palavras/minuto &#8211; lê em média 900 palavras/minuto. Pensando nisso, ele lembra que a utilização de listas (tópicos ou bullets) pode ajudar na leitura. Destaca também que escrever em CAPS LOCK reduz em até 13% a velocidade de leitura (além de ser considerado agressivo pela etiqueta online).</p>
<p><strong>SEO – seja encontrado</strong></p>
<p>Outro ponto destacado por Muhammad Saleem é em relação ao título do texto que ele acredita que deva ser breve e enfático. Eu destacaria outro ponto importante: escrever títulos que sejam encontrados em buscadores, especialmente no Google. As técnicas de SEO &#8211; Search Engine Optimization – ajudam e muito nesta tarefa!</p>
<p>Não só o título, mas todos os elementos textuais do conteúdo devem ser pensados com as técnicas de SEO: o próprio texto, o título da imagem, o alt (aquele texto que aparece quando passamos o cursor), devem ser escritos pensando em palavras-chaves. Ou seja, o segredo para potencializar a “encontrabilidade” do texto é usar palavras que são comumente buscadas pelos usuários em ferramentas como o Google.</p>
<p><strong>Webwriter</strong></p>
<p>Levando em conta estes e outros conhecimentos que o webwriter deve desenvolver, eu acredito que webwriter é muito mais do que um redator: ele é produtor, planejador e gestor de conteúdo para mídias digitais e interativas. É praticamente um estrategista de distribuição de conteúdo multimídia para ambientes digitais e que usa seu conhecimento e técnicas com o objetivo facilitar a navegação do leitor!</p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/perfil_assina_lisandra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3158" title="perfil_assina_lisandra" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/perfil_assina_lisandra.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Tanto antes quanto durante</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 21:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
		<category><![CDATA[governança]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[
Amanhã, dia 20/01, o Twitter da @FEBRABAN completa um mês no ar. Entre a primeira ideia sobre o assunto e o lançamento, foram outros dez meses. Para alguns, pode parecer tempo demais. Mas não se considerarmos que estamos falando da Federação Brasileira de Bancos, que é, como muitos sabem, a principal entidade representativa do setor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Twitter-Febraban.jpg"></a><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Twitter-Febraban.jpg"><img class="size-large wp-image-3119 aligncenter" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Twitter-Febraban-1024x555.jpg" alt="" width="450" height="243" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Amanhã, dia 20/01, o Twitter da <a href="http://twitter.com/febraban">@FEBRABAN</a> completa um mês no ar. Entre a primeira ideia sobre o assunto e o lançamento, foram outros dez meses. Para alguns, pode parecer tempo demais. Mas não se considerarmos que estamos falando da Federação Brasileira de Bancos, que é, como muitos sabem, a principal entidade representativa do setor bancário no País.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma organização enorme formada por executivos das principais instituições financeiras do Brasil. Sendo assim, o processo para aprovações é longo, mas, também muito rico e busca garantir os interesses de todas as instituições representadas.</p>
<p>Com esse cenário, nós da CDN Digital, identificamos a necessidade e uma excelente oportunidade de nos dedicarmos com muito cuidado às etapas anteriores ao lançamento do perfil da Federação no Twitter. Então, num processo de construção colaborativa com o cliente, elaboramos um manual de conduta nas Redes Sociais e aplicamos um workshop sobre o tema para os colaboradores, criamos uma estratégia para a presença digital da FEBRABAN e desenhamos um modelo de Governança.</p>
<p>Com isso em mãos, finalmente começamos a tuitar. Esta etapa é realizada em parceria com a Diretoria de Comunicação da Federação e, muitas vezes, o assessor de imprensa e eu, passamos um tempão avaliando, discutindo e editando um único tuite. E fica muito claro que, pra quem está do lado de lá (nós mesmos em relação às pessoas e marcas que seguimos), é muito difícil mensurar todo o cuidado que um único post de 140 caracteres pode exigir.</p>
<p>Bom, um mês, quase 230 seguidores e cerca de 50 tuítes depois, a principal lição é que “estar” nas Redes Sociais começa muito antes da estreia de fato. E o cuidado com a presença deve ser constante e diário. Isso vale tanto para empresas e organizações, quanto para pessoas. Como você quer ser visto? Qual a imagem que deseja transmitir? Essas duas perguntas devem ser respondidas o tempo todo na web. Afinal, não é assim também no “mundo real”? <img src='http://www.cdndigital.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/perfil_assina_dani.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3156" title="perfil_assina_dani" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/perfil_assina_dani.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>Conteúdo e novas tecnologias</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 16:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavroche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Recheio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
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		<category><![CDATA[novas tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha esposa, editora de uma revista de decoração, sempre foi avessa a qualquer tipo de tecnologia avançada. Não é que ela seja exatamente contra as novas tecnologias, o fato é que para ela qualquer inovação precisa primeiro ser validada pelo “mercado” (leia-se, sua rede de amizades) para depois cair nas suas graças.
Ela não é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha esposa, editora de uma revista de decoração, sempre foi avessa a qualquer tipo de tecnologia avançada. Não é que ela seja exatamente contra as novas tecnologias, o fato é que para ela qualquer inovação precisa primeiro ser validada pelo “mercado” (leia-se, sua rede de amizades) para depois cair nas suas graças.</p>
<p>Ela não é a única. Durante muitos anos, quando praticamente todos os meus amigos já tinham celular, um único “ermitão” ainda se mantinha firme, garantindo que não iria comprar um aparelho para resolver os problemas que ele ainda não tinha. Com o passar do tempo ele acabou se rendendo e comprou um celular. Hoje é aficionado pelo assunto e não larga o seu aparelho por nada.</p>
<p>Mas voltando ao caso da minha esposa, há cerca de um ano, ou um pouco menos que isso, eu cheguei em casa todo animado e contando as mil e uma coisas que um novo e revolucionário produto poderia fazer: guardadas as devidas proporções, e dividindo a minha empolgação pela metade, eu me referia ao iPad, anunciado naquela tarde por Steve Jobs.</p>
<p>Minha esposa viu as fotos da internet, assistiu ao<a href="http://www.apple.com/ipad/"> vídeo de lançamento feito pela Apple </a>– excelente, diga-se de passagem – e me respondeu com um tom de desinteresse absoluto: “É&#8230; legal”.</p>
<p>Na minha cabeça ficou difícil de entender como ela não percebia que em pouco tempo aquela pranchetinha de vidro e alumínio seria algo muito presente na vida de todos nós, que somos envolvidos com comunicação.</p>
<p>Passou o tempo e em uma noite de novembro ela chegou em casa com aquele mesmo sorriso que eu tinha nos lábios quando vi Mr. Jobs anunciando o lançamento do iPad. “Amor, todo pessoal da redação tem iPad. Você já viu como é legal a <a href="http://itunes.apple.com/us/app/martha-stewart-living-magazine/id399094624?mt=8" target="_blank">revista digital da Martha Stewart</a>? As receitas têm vídeos, as dicas de moda mostram como a roupa é feita, tem fotos de antes e depois do corte de cabelo na mesma imagem, é só ir clicando em tudo que as coisas vão acontecendo, é muito fácil. É muito legal!”, dizia ela toda empolgada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Martha_Stewart_Living_iPad.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3111" title="Martha_Stewart_Living_iPad" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Martha_Stewart_Living_iPad.jpg" alt="" width="614" height="403" /></a><a href="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Martha_Stewart_Living_iPad.jpg"></a></p>
<p style="text-align: left;">Naquele mesmo momento eu fiquei me perguntando o que teria feito ela mudar tanto de ideia. De qualquer forma, aproveitei aquele brilho nos olhos e comprei um iPad de presente de Natal para ela.</p>
<p style="text-align: left;">Quase um mês depois de colocar o iPad nas mãos, e seguindo algumas dicas minhas sobre como baixar aplicativos de seu interesse, eu finalmente cheguei a uma conclusão, mesmo que superficial sobre como aquele brinquedinho havia conquistado a minha mulher.</p>
<p style="text-align: left;">Se o vídeo que eu havia mostrado para ela há quase um ano mostrava todas as mesmas funcionalidades que o aparelho desfila hoje em dia, por que é que ver um iPad nas mãos do colegas de redação havia sido mais impactante?</p>
<p style="text-align: left;">Não; ver o aparelho funcionando ao vivo não foi o diferencial. Não; não foi inveja de ver os outros com algo que ela não tem. O que fez minha esposa se encantar com o iPad foi o conteúdo produzido especialmente nos moldes do aparelho e aproveitando todas as suas funcionalidades. Na minha percepção, foi o casamento perfeito entre tecnologia e conteúdo que fez ela querer um.</p>
<p style="text-align: left;">E é justamente essa a briga que está sendo travada  neste momento entre os tantos sistemas operacionais para tablets e aparelhos móveis. A disputa entre o Android, da Google, e o iOS, da Apple, não está em quem produz a tecnologia mais avançada; o vencedor vai ser aquele que conseguir parceiros de produção de conteúdo com muita criatividade para interagir com a sua tecnologia.</p>
<p style="text-align: left;">Por isso aqui na agência o chefe não olha feio quando alguém dedica algumas horas brincando com o iPhone, iPad, ou qualquer celular com OS Android. Por mais divertido que isso possa parecer, pra gente isso também faz parte do trabalho.</p>
<p>Esse tem sido o nosso desafio aqui na agência, entender perfeitamente o que cada plataforma oferece em matéria de tecnologia para pode bolar um conteúdo interessante.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.twitter.com/gavras"><img class="aligncenter size-full wp-image-3154" title="perfil_assina_gavroche" src="http://www.cdndigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/perfil_assina_gavroche.jpg" alt="" width="656" height="215" /></a></p>
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		<title>CDN bate um papo com Silvio Meira</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 12:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contador de caso]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CDN]]></category>
		<category><![CDATA[CDNi]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Meira]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana Silvio Meira esteve na CDN conversando sobre inovação, estratégias corporativas e o posicionamento das agências diante das mudanças na comunicação.
O Ph.D. em computação, mestre em informática e engenheiro eletrônico é conhecido como um dos principais pensadores brasileiros da nova economia e tecnologia da informação.
Como cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana Silvio Meira esteve na CDN conversando sobre inovação, estratégias corporativas e o posicionamento das agências diante das mudanças na comunicação.</p>
<p>O Ph.D. em computação, mestre em informática e engenheiro eletrônico é conhecido como um dos principais pensadores brasileiros da nova economia e tecnologia da informação.</p>
<p>Como cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife (C.E.S.A.R), Silvio coordena o grupo de inovação da organização e defende que “inovar é emitir mais e melhores notas fiscais”, lembrando que se esta inovação não significar uma ou mais mudanças nos comportamentos das empresas e pessoas, inovação não passa de uma palavra bonita.</p>
<p>Confira abaixo os vídeos da entrevista exclusiva:</p>
<p><strong>Inovação</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/9q4vKRG5-0Q&#038;fs=1" width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9q4vKRG5-0Q&#038;fs=1" /><param name="FlashVars" value="playerMode=embedded"/><param name="wmode" value="transparent"/></object></p>
<p><strong>Estratégia</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/YrOvgT0sfE8&#038;fs=1" width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YrOvgT0sfE8&#038;fs=1" /><param name="FlashVars" value="playerMode=embedded"/><param name="wmode" value="transparent"/></object></p>
<p><strong>Agências e comunicação</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/rmUzNdM1b0Q&#038;fs=1" width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rmUzNdM1b0Q&#038;fs=1" /><param name="FlashVars" value="playerMode=embedded"/><param name="wmode" value="transparent"/></object></p>
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		<title>Inovação que ladra, não morde</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 14:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Se a empresa souber usar de forma correta, inovação pode ser um dos seus principais diferenciais competitivos diante do mercado. A questão é que pouca gente inova de verdade. Alguns especialistas dizem que produtos inovadores devem ter um alcance 10 vezes maior por um custo 10 vezes menor. 

Surpreender é inovar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/09/1-post-27-091.jpg"><img class="size-full wp-image-3068  aligncenter" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/09/1-post-27-091.jpg" alt="Inovação que ladra, não morde - Blog CDNi" width="480" height="286" /></a></p>
<p>Um dos temas mais falados no mercado atualmente é inovação. Uns dizem que fazem, outros dizem que precisam, uns tentam explicar o que é e no final, poucos sabem como chegar lá. Realmente não é fácil.</p>
<p>Se a empresa souber usar de forma correta, inovação pode ser um dos seus principais diferenciais competitivos diante do mercado. A questão é que pouca gente inova de verdade. Alguns especialistas <a href="http://www.hsm.com.br/editorias/nem-tudo-o-que-reluz-e-inovacao?utm_source=news_mkt_240910&amp;utm_medium=news_mkt_240910&amp;utm_content=news_mkt_240910_nem-tudo-o-que-reluz-e-inovacao&amp;utm_campaign=news_mkt_240910">dizem</a> que produtos inovadores devem ter um alcance 10 vezes maior por um custo 10 vezes menor. Talvez essa afirmação pareça radical ou simplista demais, mas temos realmente visto inovações nos últimos tempos?</p>
<p>Relançar um produto com atributos diferentes é inovar? Editar uma campanha que aconteceu em outro lugar do mundo, aplicando em determinado mercado, é inovador? Repetir uma mensagem de uma campanha, usando outras ferramentas é inovar? Surpreender é inovar?</p>
<p>Fazendo um recorte no raciocínio e focando nas agências de comunicação, qual é o papel destas frente às mudanças do mercado? Precisamos inovar? Fazemos isso? Como fazemos?</p>
<p>Grandes empresas tem desenvolvido departamentos de inovação, pesquisas, testes, investido em estratégias, em profissionais, em pessoas. Mas onde é que a agência entra nessa história?</p>
<p>Uma agência que se destaque sabe identificar e cultivar relações produtivas entre cliente e públicos, identificar e cuidar de sensibilidades dos clientes, tem uma visão macro do universo em que atua, sabe entregar resultados&#8230; (com certeza você sabe dizer diversas outras qualidades).</p>
<p>Mas se os clientes vivem o dia a dia em torno das estratégias da companhia, se inovação é um dos principais diferenciais competitivos e as agências de comunicação respiram relacionamento e pessoas, por que não somar estas forças?</p>
<p>Um dos <a href="http://www.pr-squared.com/index.php/2010/09/role-playing-in-social-media-marketing">posicionamentos</a> que tem traduzido resultados para agência, clientes e públicos é a parceria estreita que busca inovação de forma conjunta.  Assim os processos de inovação ganham voz. O que não dá certo é <a href="http://www.hsm.com.br/editorias/era-da-generosidade-e-da-criatividade-coletiva?utm_source=news_digital_170910&amp;utm_medium=news_digital_170910&amp;utm_content=news_digital_170910_era-da-generosidade-e-da-criatividade-coletiva&amp;utm_campaign=news_digital_170910">“usar velhos mapas para descobrir novas terras”</a>.</p>
<p>Criar e desenvolver uma comunicação que chame atenção não é tão difícil, mais valoroso é atender as necessidades dos clientes surpreendendo a cadeia de relacionamento em volta deles.</p>
<p>Agora pense rápido, você saberia dizer cinco exemplos (não apenas cases) de inovações recentes que impactaram mais do que os <em>trend tropics</em>?</p>
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		<title>Redes sociais no trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 21:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Calvano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Novos hábitos de consumo e comportamento estão mudando o jeito de viver e de se relacionar numa velocidade jamais vista, fato que não deveria ser diferente no mundo corporativo. Talvez seja a hora das empresas se adaptarem a essa nova ordem e tentar, de forma produtiva e rentável, imergir nessa nova cultura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está na moda! Levantamento recente coloca o País como terceiro destino preferido de <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,brasil-e-3eordm-pais-preferido-para-investimentos--diz-onu,not_34343,0.htm" target="_blank">investidores</a>, a frente dos EUA e de todos os europeus.</p>
<p>Em matéria de tecnologia, o número de brasileiros que acessam a internet cresceu 113%, segundo o IBGE, nos últimos quatro anos, nos colocando como o 5º mais conectado do mundo. Mesma colocação em número de <a href="http://www.milkpoint.com.br/brasil-e-o-5-maior-mercado-para-internet-e-celular-no-mundo_noticia_58081_51_146_.aspx" target="_blank">aparelhos móveis</a>, que já chegam a quase 190 milhões, média de um por habitante.</p>
<p>Estamos também no topo do ranking de uso das <a href="http://www.marketnews.com.br/2010/08/30/brasil-e-5%C2%BA-pais-ranking-de-uso-de-redes-sociais-na-internet/" target="_blank">redes sociais</a>, fato ainda não bem assimilado no ambiente de trabalho. Uma pesquisa feita pela empresa Robert Half com mais de 3 mil gestores, sendo 227 deles brasileiros, apurou que 26% das empresas do Brasil restringem completamente o acesso de seus funcionários às redes sociais.</p>
<p>Novos hábitos de consumo e comportamento estão mudando o jeito de viver e de se relacionar numa velocidade jamais vista, fato que não deveria ser diferente no mundo corporativo. Talvez seja a hora das empresas se adaptarem a essa nova ordem e tentar, de forma produtiva e rentável, imergir nessa nova cultura.</p>
<p>Nessa linha, um estudo mais antigo divulgado pelo instituto de pesquisas inglês, <a href="http://www.demos.co.uk/" target="_blank">Demos</a>, defende que os patrões devem encorajar seus funcionários a acessarem as redes sociais no trabalho, pois cultivar relacionamentos com colegas e clientes ajuda as empresas.</p>
<p>Peter Bradwell, responsável pela pesquisa, afirmou que as companhias deveriam abandonar sistemas específicos de compartilhamento de informação e agregar utilidades aos sites de relacionamentos, contribuindo para a produtividade, inovação e o trabalho democrático.</p>
<p>Mesmo assim, o autor afirma ser necessário estabelecer limites para as utilizações fora do trabalho. “Proibir é quase impossível. As empresas podem colocar um tempo limite para a utilização desses sites por dia. A resposta não é encerrar o acesso à rede social pessoal, mas é preciso compreender como podemos administrar os novos desafios”, argumentou. O estudo concluiu que tentar controlar a utilização de sites como o Facebook poderia até prejudicar a empresa.</p>
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		<title>CDN Interativa cria ação digital para lançamento de novo Innéov</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 21:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Dantas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ação digital]]></category>
		<category><![CDATA[Innéov]]></category>

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		<description><![CDATA[A CDN Interativa foi a agência responsável pela criação, planejamento e desenvolvimento da ação digital de lançamento do novo Innéov Nutri-Care, nutriconcentrado com ômega 3 que reforça e protege a fibra capilar contra as agressões do dia a dia.
Para a ação foram criadas peças exclusivas – quadrinhos, hotpage e DHTML, &#8211; enfocando a rotina agitada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/07/inneov_nutri_care.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3046" title="inneov_nutri_care" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/07/inneov_nutri_care.jpg" alt="" width="655" height="260" /></a>A <strong>CDN Interativa</strong> foi a agência responsável pela criação, planejamento e desenvolvimento da ação digital de lançamento do novo <strong>Innéov Nutri-Care</strong>, nutriconcentrado com ômega 3 que reforça e protege a fibra capilar contra as agressões do dia a dia.<span id="more-3043"></span></p>
<p>Para a ação foram criadas peças exclusivas – quadrinhos, <em>hotpage</em> e <em>DHTML</em>, &#8211; enfocando a rotina agitada da mulher moderna, que na correria diária, pouco tempo tem para se cuidar.<br />
A<a title="Hotpage" href="http://www.bloginneov.com.br/hotpage/" target="_blank"> hotpage</a> destaca, em forma de quadrinhos, a facilidade de cuidar dos cabelos com Innéov Nutri-Care, produto com eficácia comprovada que pode ser tomado em apenas 4 segundos.</p>
<p>O <a title="Blog Innéov" href="http://www.bloginneov.com.br/" target="_blank">Blog Innéov</a> ainda traz um DHTML expansível e uma página dedicada aos<a title="Innéov Nutri-Care" href="http://www.bloginneov.com.br/hotpage/interna.html#texto" target="_blank"> benefícios do produto</a>.<br />
No <a title="Twitter Innéov" href="http://www.twitter.com/inneovbrasil" target="_blank">Twitter</a> a estratégia foi criar um clima de suspense ao redor do lançamento e dos ativos do novo Innéov. Muitos seguidores tentaram adivinhar qual patente seria, já que Innéov possui 20 produtos disponíveis no mundo, mas apenas 2, agora 3, no Brasil. A hashtag <strong>#novoinneov</strong> foi utilizada para identificar os tweets sobre o tema.</p>
<p>Ainda como estratégia para divulgar o produto e comprovar sua eficácia, duas blogueiras foram convidadas para experimentar <strong>Innéov Nutri-Care</strong> e contar, sem qualquer compromisso com a marca ou com a ação, os benefícios sentidos com o nutriconcentrado. Em breve elas serão apresentadas como “Embaixadoras Innéov” e farão parte das próximas ações da marca.</p>
<p><strong>Conheça também:</strong><br />
<a title="Innéov Solar" href="http://www.bloginneov.com.br/inneov-solar/" target="_blank">Innéov Solar</a><br />
<a title="Innéov Fermeté" href="http://www.bloginneov.com.br/inneov-fermete/" target="_blank">Innéov Fermeté</a></p>
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		<title>O perigo mora em casa</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/o-perigo-mora-em-casa/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 19:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Dantas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Escrever sobre internet, mídias sociais, ações bacanas e pesquisas sobre mídias digitais é sempre um grande desafio. Hoje existe um sem-número de blogs que já tratam exaustivamente o assunto. Aceito o desafio, mas proponho um viés. Inicio hoje uma série de posts sobre as novas mídias e as crianças.
Deixando de lado essas polêmicas denominações e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/06/geracao_y1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3035" title="geracao_y" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/06/geracao_y1.jpg" alt="" width="655" height="260" /></a><br />
Escrever sobre internet, mídias sociais, ações bacanas e pesquisas sobre mídias digitais é sempre um grande desafio. Hoje existe um sem-número de blogs que já tratam exaustivamente o assunto. Aceito o desafio, mas proponho um viés. Inicio hoje uma série de posts sobre as <strong>novas mídias e as crianças.</strong></p>
<p>Deixando de lado essas polêmicas denominações e padronizações de comportamento de gerações, vou utilizar os termos para facilitar a identificação do público. A tão falada <strong>Geração Y – jovens entre 19 e 35 anos</strong>, também conhecidos como “nativos digitais” (inclusive eu!) – já estão no mercado de trabalho, são multitarefas e participam ativamente das redes sociais e do ambiente digital.</p>
<p><span id="more-3033"></span>Inúmeras pesquisas já apontam as características e perfis desses jovens, mas sempre trazem alguma novidade. Numa pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Mercados de Capitais (Ibmec) a novidade é dividir esses jovens em quatro perfis distintos: engajados, preocupados, céticos e desapegados.  Mas isso já é uma outra história, que você pode entender <a title="Agência Brasil" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/home/-/journal_content/56/19523/978590" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Meu interesse é falar sobre a <strong>Geração Z</strong>. Isso mesmo! Ela já existe. Já deram um nome para os filhos da <strong>Geração Y</strong>. E eu, que tenho dois desses lá em casa, posso afirmar: eles são mais engajados digitalmente e preocupados com os recursos digitais que a vida pode oferecer.  E mais: ao contrário de nós, que pedíamos para a mãe parar o carro bem longe da escola na hora da saída, evitando constrangimentos com os colegas, a Geração Z tem orgulho de seus pais. Eles querem exibir não só papai e mamãe, mas os gadgets que eles possuem.</p>
<p>Pais legais não existem mais. Agora são<strong> “cool”</strong> e carregam objetos desejados por seus filhos, como os smartphones. E touchscreen e aplicativos não são problemas. Eles sabem muito bem como lidar com esses obstáculos. Para quem convive com essa tal ‘Geração Z’ isso não é nenhuma novidade.</p>
<p>Preocupados em mostrar em forma de pesquisa e números esse engajamento das crianças, a <a title="Marketing Week" href="http://www.marketingweek.co.uk/in-depth-analysis/cover-stories/brand-awareness-comes-as-part-of-growing-up/3014357.article" target="_blank">Marketing Week</a> encomendou uma pesquisa à Fly Research e Discovery Reserch, que confirmou: <strong>as crianças de hoje sentem mais falta de seus pais</strong> do que da televisão, dos games, dos filmes e da Internet. E mais: as crianças de seis a 11 anos sabem muito bem o que querem e o que devem indicar para seus pais comprarem, inclusive quando o assunto é tecnologia. Mas isso já é assunto para um próximo post&#8230;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Eles estão te seguindo</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/eles-estao-te-seguindo/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 15:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Calvano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cdni.com.br/?p=3019</guid>
		<description><![CDATA[A demissão de um jornalista da revista National Geographic, devido a críticas feitas por ele à revista Veja (ambas da Editora Abril) pelo Twitter, acendeu o sinal de alerta aos usuários do microblog e das redes sociais.
Mas será que as empresas podem demitir caso considere a postura de um colaborador nestas ferramentas inadequada aos padrões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/05/11/imprensa35627.shtml" target="_blank">demissão</a> de um jornalista da revista National Geographic, devido a críticas feitas por ele à revista Veja (ambas da Editora Abril) pelo Twitter, acendeu o sinal de alerta aos usuários do microblog e das redes sociais.</p>
<p>Mas será que as empresas podem demitir caso considere a postura de um colaborador nestas ferramentas inadequada aos padrões da organização? De acordo com muitos advogados especializados em direito digital, sim.</p>
<p>Mas qual seria uma postura adequada?<span id="more-3019"></span></p>
<p>Como a empresa pode avaliar?</p>
<p>Diante de inúmeros questionamentos, podemos evitar possíveis problemas usando a ferramenta da melhor maneira e ter na cabeça que a linha entre dois aspectos de sua vida &#8211; o pessoal e o profissional &#8211; torna-se muito tênue na rede.</p>
<p>As mídias sociais são ambientes públicos. Antes de postar qualquer coisa pense: você falaria isso em público ou comentaria apenas em ambientes privados? Além de a mensagem ficar registrada – mesmo que seja apagada, alguém pode copiar a tela e repassá-la -, a grande visibilidade destas ferramentas amplifica a repercussão do que é escrito.</p>
<p>Isso quer dizer que você tem de pensar bem antes de escrever qualquer mensagem e nunca digitar no calor do momento, sob o risco de ser mal interpretado.</p>
<p>Colocar o cargo da empresa em mensagens pessoais pode abrir brecha para uma possível demissão por justa causa, pois a companhia pode alegar que houve vínculo direto. Portanto, se o seu perfil não for criado especificamente com a intenção de ser corporativo, é melhor não se apresentar como profissional de uma companhia.</p>
<p>Nunca fale mal das concorrentes: isso pode criar uma saia justa na organização, principalmente pelo fato de que a diferença entre o pessoal e o profissional se dilui nas redes sociais – uma palavra sua pode ser vista como uma visão da companhia.</p>
<p>Apesar da liberdade individual e do direito de opinião, cuidado com comentários sobre temas polêmicos, as ferramentas de relacionamento são um meio excelente para difundir informação e troca de opiniões sobre diversos assuntos. Mas é sempre bom tomar cuidados com comentários temas espinhosos, como religião, política e opções sexuais.</p>
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		<title>O direito autoral e o Creative Commons</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 02:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Kiyomura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Beleza pura]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>

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		<description><![CDATA[

Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA). O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Creative Commons" src="http://blogs.nyu.edu/blogs/gc69/stdin/creative_commons.jpg" alt="" width="252" height="95" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o <strong><a href="http://direitorio.fgv.br/reforma-lda" target="_blank">Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA)</a></strong>. O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir da perspectiva da economia da cultura e dos direitos autorais. Além disso, busca avaliar o <a href="http://culturadigital.org.br/site/lda" target="_blank">anteprojeto </a>que, em breve, será submetido à consulta pública antes de ser apresentado pelo MinC.</p>
<p>A reforma da Lei de Direito Autoral, conhecida como <a href="http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/5198.html" target="_blank">lei 9.610</a>, é um importante passo no direito brasileiro pós-Internet. Isso porque a LDA que hoje está em voga data do ano 1998, quando a troca, a modificação, o remix de conteúdo ainda não eram as principais atrações da web. Mesmo porque, isso só veio depois da popularização da web 2.0.</p>
<p>Pois é, países, como não dá para remar contra a maré, o mais sensato é rever e adaptar as leis para um novo contexto de uma sociedade conectada&#8230;<span id="more-3011"></span></p>
<p>Lawrence Lessig, desde 2001, vem aprimorando estudos e diretrizes em relação ao direito autoral digital. À frente do <a href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_blank">Creative Commons</a>, Lessig e sua equipe defendem hoje a versão 3.0 de licenças que, ao invés de se apoiarem no <em>copyright</em>, apresentam o <em>copyleft </em>como um formato conciliador com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma.</p>
<p>Editoras de livro também já vêm aderindo ao Creative Commons, disponibilizando algumas de suas obras esgotadas, leitura de capítulos, podcasts de livros, artigos científicos (como a <a href="http://www.nature.com/omics/index.html" target="_blank">Nature</a>, que abriu a leitura gratuita de toda sua publicação sobre genoma). No Brasil, isso foi encabeçado pela <a href="http://www.fpabramo.org.br/" target="_blank">Fundação Perseu Abramo</a> e também pela <a href="http://editora.cosacnaify.com.br" target="_blank">Editora Cosac Naify</a>.</p>
<p>O próprio <a href="http://ocw.mit.edu/index.htm">MIT </a>possui cursos online gratuitos que você pode acompanhar nas mais diversas áreas de conhecimento. Basta ter disciplina e saber um pouco de inglês, já que nem todos os cursos oferecidos são traduzidos.</p>
<p>Ousadia em termos de colaboração é mesmo a idéia da Fiat ao propor a construção de seu <a href="http://www.fiatmio.cc/" target="_blank"><strong>carro conceito Mio </strong></a>baseado na participação aberta e coletiva. Nunca antes em um símbolo tão proprietário como a indústria automobilística um projeto esteve tão acessível aos olhos atentos de consumidores e fabricantes concorrentes. Em seu <a href="http://www.fiatmio.cc/makingof/pt/category/blog/" target="_blank">blog </a>e <a href="http://twitter.com/fiatmio" target="_blank">Twitter</a> , cada nova etapa do <strong>Mio </strong>é apresentada aos internautas que podem também dar seus pitacos. O resultado final com a construção participativa do Mio será apresentado em <strong>outubro deste ano</strong>, no <a href="http://www.salaodoautomovel.com.br/Home/" target="_blank">Salão do Automóvel, em São Paulo</a> e a torcida já é grande. Pelo menos entre os 15mil primeiros participantes da formulação do Mio em ambiente online.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xE4L_kyx39w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/xE4L_kyx39w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pois é, Creative Commons e LDA é uma discussão que vai render muito neste seminário de 9 de junho, lá na FGV-RJ. Exemplos não faltam e habitam não só espaços de trocas em redes, mas cada vez mais estão nas salas de grandes empresas e instituições como a Fiat, Sony Entertainment, entre outras para rever e reaquecer seus modelos de negócios.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">
<p class="MsoNormal">Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o <strong>Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA).</strong> O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir da perspectiva da economia da cultura e dos direitos autorais. Além disso, busca avaliar o anteprojeto que, em breve, será submetido à consulta pública antes de ser apresentado pelo MinC.</p>
<p class="MsoNormal">A reforma da Lei de Direito Autoral, conhecida como lei 9.610, é um importante passo no direito brasileiro pós-Internet. Isso porque a LDA que hoje está em voga data do ano 1998, quando a troca, a modificação, o remix de conteúdo ainda não eram as principais atrações da web. Mesmo porque, isso só veio depois da popularização da web 2.0.</p>
<p class="MsoNormal">Pois é, países, como não dá para remar contra a maré, o mais sensato é rever e adaptar as leis para um novo contexto de uma sociedade conectada&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Lawrence Lessig, desde 2001, vem aprimorando estudos e diretrizes em relação ao direito autoral digital. À frente do Creative Commons, Lessig e sua equipe defendem hoje a versão 3.0 de licenças que, ao invés de se apoiarem no <em>copyright</em>, apresentam o <em>copyleft</em> como um formato conciliador com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Editoras de livro</strong> também já vêm aderindo ao Creative Commons, disponibilizando algumas de suas obras esgotadas, leitura de capítulos, podcasts de livros, artigos científicos (como a <strong>Nature</strong>, que abriu a leitura gratuita de toda sua publicação sobre genoma). No Brasil, isso foi encabeçado pela <strong>Editora Cosac Naify</strong> e também pela <strong>Fundação Perseu Abramo.</strong></p>
<p class="MsoNormal">O próprio <strong>MIT</strong> possui cursos online gratuitos que você pode acompanhar nas mais diversas áreas de conhecimento. Basta ter disciplina e saber um pouco de inglês, já que nem todos os cursos oferecidos são traduzidos.</p>
<p class="MsoNormal">Ousadia em termos de colaboração é mesmo a idéia da <strong>Fiat</strong> ao propor a construção de seu carro conceito <strong>Mio </strong>baseado na participação aberta e coletiva. Nunca antes em um símbolo tão proprietário como a indústria automobilística um projeto esteve tão acessível aos olhos atentos de consumidores e fabricantes concorrentes. Em seu blog e Twitter (<a href="http://twitter.com/fiatmio">http://twitter.com/fiatmio</a>) , cada nova etapa do Mio é apresentada aos internautas que podem também dar seus pitacos. O resultado final com a construção participativa do Mio será apresentado em outubro deste ano, no <strong>Salão do Automóvel</strong>, em São Paulo e a torcida já é grande. Pelo menos entre os 15mil primeiros participantes da formulação do Mio em ambiente online.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Pois é, Creative Commons e LDA é uma discussão que vai render muito neste seminário de 9 de junho, lá na FGV-RJ. Exemplos não faltam e habitam não só espaços de trocas em redes, mas cada vez mais estão nas salas de grandes empresas e instituições como a Fiat, Sony <span class="descricao">Entertainment, entre outras para rever e reaquecer seus modelos de negócios.</span></p>
</div>
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		<title>O Facebook e a privacidade</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 18:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Bertoncini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[Fim da polêmica. O Facebook confirmou para a próxima semana a reformulação nas configurações dos perfis na rede social. A decisão foi anunciada em evento realizado na sede na empresa, em Palo Alto, nos Estados Unidos, e contemplará três áreas: Controles de Conteúdo, Informações Básicas e Aplicações e Sites.
A publicação de uma longa reportagem pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim da polêmica. O Facebook confirmou para a próxima semana a reformulação nas configurações dos perfis na rede social. A decisão foi anunciada em evento realizado na sede na empresa, em Palo Alto, nos Estados Unidos, e contemplará três áreas: Controles de Conteúdo, Informações Básicas e Aplicações e Sites.</p>
<p>A publicação de uma longa reportagem pela<a href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1990582,00.html" target="_blank"> TIME</a> trouxe à tona a discussão em torno da privacidade do usuário na maior rede social do mundo. Na reportagem, não faltaram argumentos. Desde o F8, conferência realizada no mês passado entre desenvolvedores para anunciar mudanças na plataforma, ao fato de os dados pessoais – como álbum de fotos e atividades desenvolvidas na rede social – serem informações públicas aos cadastrados no Facebook.</p>
<p>Contudo, o usuário ainda desconhece como alterar essas informações. Para isso, é necessário que o internauta conheça seis campos de privacidade, que prevê 36 mudanças em seu perfil.<span id="more-3006"></span></p>
<p>A TIME ilustrou com números alguns fatos envolvendo a rede social. De acordo com a reportagem, nas próximas semanas o Facebook deve alcançar 500 milhões de usuários. Além disso, mais de 100 mil sites já utilizam as ferramentas sociais anunciadas pela rede em abril (Atividade Recente e botão ‘Curti’). Para este último, a rede computa 100 milhões de cliques únicos.</p>
<p>Ainda, na web, alguns dados chamam a atenção. Em seis anos online, as <a href="http://www.facebook.com/policy.php">políticas de privacidade</a> do Facebook foram alteradas 17 vezes – quase três modificações por ano – ao passo que os <a href="http://www.tosback.org/policy.php?pid=10">termos de uso</a>, outra importante configuração de rede, foram revistos em outras sete oportunidades.</p>
<p><strong>O que o usuário pode esperar:</strong></p>
<p>Segundo Mark Zuckerberg, em Controles de Conteúdo, com poucos cliques será possível determinar se o conteúdo publicado em um perfil será aberto a todos ou poderá ser filtrado apenas para amigos ou para amigos de amigos.<br />
A ideia é reduzir a quantidade de informações básicas visualizadas por qualquer pessoa. Um mecanismo deve impedir que amigos vejam outros amigos da mesma pessoa.</p>
<p>O Facebook vai também simplificar os controles de acesso usados por aplicativos, jogos e sites. Deste modo, será possível bloquear completamente o acesso desses serviços aos dados de um perfil.</p>
<p>Este é o caminho que Zuckerberg traçou para diferenciar sua rede social do Twitter e do Orkut. A privacidade é fundamental para a consolidação de um ambiente virtual participativo, em linha com a definição do fundador do Facebook de “social utility” ou utilitário social.</p>
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		<title>Agência digital procura</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[vaga]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está perseguindo uma carreira na interseção da Internet com a Comunicação Corporativa e o Marketing, saiba que estamos procurando uma pessoa para se juntar ao nosso time &#8211; e queremos conhecer o seu trabalho.
Aqui na CDN Interativa, a área de planejamento é responsável por essencialmente três coisas: definir com precisão o problema ou necessidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está perseguindo uma carreira na interseção da Internet com a Comunicação Corporativa e o Marketing, saiba que estamos procurando uma pessoa para se juntar ao nosso time &#8211; e queremos conhecer o seu trabalho.</p>
<p>Aqui na <strong>CDN Interativa</strong>, a área de planejamento é responsável por essencialmente três coisas: definir com precisão o problema ou necessidade de comunicação digital do cliente, propor uma solução concreta e mensurável e executá-la com responsabilidade e ousadia.</p>
<p>As palavras são bonitas, mas o trabalho é duro. Exige, entre outras coisas, muita sensibilidade e jogo de cintura para entender e se comunicar com clientes e públicos rigorosamente distintos entre si, além de uma postura proativa permanente para identificar novos caminhos num campo onde não há gurus nem dogmas, e em que tudo está por ser construído. Acredite: não há donos da verdade. Somos todos pioneiros, e estamos todos na trincheira.<span id="more-2998"></span></p>
<p><strong>A pessoa que procuramos</strong></p>
<p><strong></strong>Tem ótima formação &#8211; isto é, bagagem REAL de leitura, e não apenas uma lista de cursos, seminários e workshops &#8211; em pelo menos uma das disciplinas e especialidades de Comunicação ou de Marketing, e muita curiosidade para rever conceitos e se manter atualizada em uma área que avança aos saltos.</p>
<p>Apresenta um domínio NÃO-DESLUMBRADO das ferramentas e da linguagem da web, aliado a uma compreensão de como a informação circula, como a influência é exercida e que critérios ou indicadores podem ser usados para avaliá-la.</p>
<p>Está usando HOJE os recursos e o conhecimento que tem para avançar alguma causa, nem que seja a sua própria.</p>
<p>CONVIVE bem com prazos e responsabilidades, RESPEITA pessoas e opiniões diferentes e VALORIZA sua vida pessoal, porque sabe que trabalho não é tudo.</p>
<p><strong>&#8220;Gostei. E agora?&#8221;</strong></p>
<p>Como já dissemos, queremos conhecer o seu TRABALHO, e temos certeza de que você é muito mais interessante do que o seu CV sugere. Mais especificamente, queremos conhecer o seu trabalho <strong>em comunicação digital</strong>. Nada mais natural, já que somos uma agência de comunicação digital, onde você terá a missão de pensar &#8211; isso mesmo &#8211; a comunicação digital dos clientes.</p>
<p>Sendo assim, propomos um exercício simples. Uma discussão aberta a partir da seguinte pergunta:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;People now have their own media channels. Companies are free to communicate and build meaningful relationships with them in a direct way, and we have every reason to believe that this will eventually happen. So what&#8217;s the point of an agency? How can an agency become indispensable to its clients in a business that risks becoming irrelevant altogether?&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Compartilhe sua opinião aqui mesmo, na caixa de comentários, em Português ou Inglês, <strong>até as 19h da próxima quarta-feira, dia  5 de maio, não esquecendo de informar nome, email e um link para seu site, blog, perfil ou portfolio.</strong></p>
<p>Convidaremos as pessoas com as idéias mais interessantes para um bate-papo aqui na CDN, em São Paulo, a partir do dia 6, para apresentar os detalhes da vaga.</p>
<p>Dúvidas? Sugestões? Previsões? Reclamações? É só dar um toque lá no Twitter para <a href="http://twitter.com/cdninterativa" target="_blank">@cdninterativa</a>, ou escrever para <a href="mailto:paulo.henrique@cdn.com.br">paulo.henrique@cdn.com.br</a>.</p>
<p>Em nome da nossa equipe, um abraço e boa sorte!</p>
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		<title>Eu sei o que você tuitou no verão passado</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/eu-sei-o-que-voce-tuitou-no-verao-passado/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no Blog Oficial do Google: já é possível usar a busca do próprio Google para acessar o conteúdo publicado no Twitter anterior a 7 dias.
Parece um detalhe inofensivo, mas não é. Se você quiser saber tudo o que foi discutido ali durante todo o mês de março sobre &#8220;health care&#8221; (por enquanto o serviço só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/2010/04/replay-it-google-search-across-twitter.html" target="_blank">Deu no Blog Oficial do Google</a>: já é possível usar a busca do próprio Google para acessar o conteúdo publicado no Twitter anterior a 7 dias.</p>
<p>Parece um detalhe inofensivo, mas não é. Se você quiser saber tudo o que foi discutido ali durante todo o mês de março sobre &#8220;health care&#8221; (por enquanto o serviço só está disponível em inglês, daí a escolha deste exemplo dos EUA), a <a href="http://search.twitter.com/search?q=%22health+care%22" target="_blank">busca nativa do Twitter</a> não vai poder te ajudar, porque ela retornará <strong>apenas conteúdo publicado nos tais últimos 7 dias</strong>. Como já estamos no meio de abril, paciência.<span id="more-2991"></span></p>
<p>Uma das únicas maneiras de contornar essa limitação e ter acesso a tweets antigos era montar buscas via feed, <a href="http://bit.ly/czFepR" target="_blank">assunto que discutimos aqui recentemente</a>. Mas veja como ficaria uma <a href="http://www.google.com/search?hl=en&amp;tbo=1&amp;esrch=RTReplay&amp;qscrl=1&amp;tbs=mbl:1,mbl_hs:1267412400,mbl_he:1270090799&amp;q=health+care&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=" target="_blank">busca pelo assunto com a funcionalidade lançada hoje</a>.</p>
<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grafico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2996" title="grafico" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grafico.jpg" alt="" width="655" height="298" /></a></p>
<p>Note como é simples identificar o pico de interesse no assunto entre os dias 21 2 24. No momento em que escrevo, estão acessíveis resultados retroativos a fevereiro deste ano. Minha impressão é de que esse período de busca deve ser expandido gradualmente, chegando até os primórdios (veja <a href="http://twitter.com/jack/status/20" target="_blank">aqui</a> aquele que é considerado o primeiro tweet) do Twitter.</p>
<p>O que importa é que agora será possível saber não só em que dias um determinado assunto esteve em maior evidência, mas também encontrar quem publicou sobre ele com a íntegra do contéudo original. <strong>Acredite: trata-se de informação que vale ouro nas mãos de quem sabe usar</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>P.S.: Se você tiver idéias ou exemplos interessantes de uso dessa nova funcionalidade, esteja à vontade para compartilhar aqui nos comentários.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Monitoramento web para quem não tem tempo a perder com isso</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/na-pratica/monitoramento-web-para-quem-nao-tem-tempo-a-perder-com-isso/</link>
		<comments>http://www.cdndigital.com.br/geral/na-pratica/monitoramento-web-para-quem-nao-tem-tempo-a-perder-com-isso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 23:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Beleza pura]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[utilidade pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cdni.com.br/?p=2982</guid>
		<description><![CDATA[Se você acompanha a conversação sobre mídias sociais, certamente já trombou com um ou mais dos literalmente milhares de posts falando sobre a necessidade de ouvir. Pois bem. &#8220;Ouvir&#8221; de maneira sistematizada e alinhada a objetivos específicos é o que chamamos de monitoramento.
E não se engane: é importante mesmo. Sem isso, dificilmente se faz coisa que preste em matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você acompanha a conversação sobre mídias sociais, certamente já trombou com um ou mais dos literalmente milhares de posts falando sobre a necessidade de <strong>ouvir.</strong><strong> </strong>Pois bem. &#8220;Ouvir&#8221; de maneira sistematizada e alinhada a objetivos específicos é o que chamamos de <strong>monitoramento</strong>.</p>
<p>E não se engane: é importante mesmo. Sem isso, dificilmente se faz coisa que preste em matéria de comunicação na Internet. Para ficar num exemplo simples, como saber o que falar, onde falar, com quem falar e como falar se você não conhece nada sobre o ambiente? O fato de que tantos profissionais da área estejam cansados de ouvir que é preciso ouvir (!) não diminui a importância do assunto.</p>
<p>Estimo que pelo menos 80% dos leitores deste blog conheçam as ferramentas e técnicas básicas para monitorar um tema qualquer na web social. Assim, o objetivo deste post é mostrar aos demais 20% como fazê-lo de maneira simples, eficaz e gratuita.<span id="more-2982"></span></p>
<p>Ah, sim: se você se enquadra no primeiro grupo, esteja à vontade para indicar este post para seus amigos do segundo. Melhor ainda, invista cinco minutos ensinando uma pessoa a fazer. Vale a pena.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p><strong>Monitorando blogs</strong><strong></strong></p>
<p>1. Crie uma conta do Google <a href="http://www.google.com/accounts/NewAccount" target="_blank">aqui</a>. Se já tem uma, comece do item 2.</p>
<p>2. Acesse o <a href="www.google.com.br/reader/" target="_blank">Google Reader</a> e faça o login. Esta será a sua &#8220;central de escuta&#8221;.</p>
<p>3. Abra uma nova aba ou janela do navegador e acesse o <a href="http://blogsearch.google.com/" target="_blank">Google Blog Search</a>. Faça uma busca pela sua empresa, marca, nome ou assunto de interesse.</p>
<p>4. Na página com os resultados da busca, há uma coluna à esquerda. Na última linha dessa coluna você verá &#8220;RSS&#8221; escrito em azul. Clique ali com o botão direito do mouse e selecione &#8220;Copiar endereço do link&#8221;.</p>
<p>5. Volte para o Google Reader e clique no botão &#8220;Adicionar inscrição&#8221;, que fica no alto da página, à esquerda. Um campo em branco vai aparecer. Cole ali o link que você copiou e pronto! Todas as vezes que o seu termo de busca for mencionado em um blog, o conteúdo será capturado e exibido no painel principal do Reader. Repita essa mesma operação com quantos termos quiser (produtos, concorrentes, etc.).</p>
<p><strong>Monitorando o Twitter</strong></p>
<p>1. Repita os passos 1 e 2 acima.</p>
<p>2. Acesse o <a href="http://search.twitter.com/" target="_blank">Twitter Search</a> e pesquise o termo desejado.</p>
<p>3. Na página com os resultados da busca, procure no canto direito alto por &#8220;Feed for this query&#8221;. Clique ali com o botão direito do mouse e selecione &#8220;Copiar endereço do link&#8221;.</p>
<p>4. Repita o passo descrito no item 5 e pronto! Toda vez que o termo que você buscou for citado no Twitter, o painel do Reader será atualizado.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Com o tempo, você vai aprender a organizar cada feed em pastas (&#8220;trabalho&#8221;, &#8220;futebol&#8221;, &#8220;compras&#8221;, etc.), e também a refinar os filtros das buscas para receber resultados mais relevantes, entre outras manhas.</p>
<p>É importante deixar claro que esse é o chamado basicão do basicão. A informação e a influência na Internet circulam de maneira muito mais ampla e complexa do que buscas simples dão a entender. De qualquer jeito, esse é um bom começo para quem ainda está se habituando a entender a dinâmica das conversações, até pela facilidade de acompanhar tudo de um único lugar.</p>
<p>Espero que seja útil pra você. Se tiver qualquer dúvida, é só escrever para <a href="mailto:paulo.henrique@cdn.com.br" target="_blank">paulo.henrique@cdn.com.br</a> que eu te explico como fazer.</p>
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		<title>O que importa agora</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 20:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contador de caso]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Capa da revista Exame, edição de março/2010:
&#8220;O discurso do &#8216;cliente em primeiro lugar&#8217; continua em moda no mundo dos negócios. Trata-se de uma falácia. Uma pesquisa exclusiva mostra o abismo que separa a imagem que as empresas fazem de si próprias de como o consumidor as vê.&#8221;
Prepare o seu coração para as coisas que eu vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/03/post_exame.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2961" title="post_exame" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/03/post_exame.jpg" alt="" width="655" height="260" /></a></p>
<p>Capa da revista <a href="http://portalexame.abril.com.br/" target="_blank">Exame</a>, edição de março/2010:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;O discurso do &#8216;cliente em primeiro lugar&#8217; continua em moda no mundo dos negócios. Trata-se de uma falácia. Uma pesquisa exclusiva mostra o abismo que separa a imagem que as empresas fazem de si próprias de como o consumidor as vê.&#8221;</em></p>
<p>Prepare o seu coração para as coisas que eu vou contar: <strong>a melhor maneira de ser percebido como xyz é SER xyz.</strong></p>
<p>É preciso olhar um pouco além da obsessão com mídias sociais, ações, divulgações, promoções, ferramentas, plataformas, métricas e universos. <em>Back to basics</em>: o papel principal da comunicação como atividade de suporte ao negócio é dar visibilidade, alcance e contexto apropriados ao que uma empresa <strong>É</strong>, não a aquilo que ela <strong>FINGE SER<span style="font-weight: normal;">.</span></strong> É só olhar em volta para perceber que a dissonância entre discurso e ação está se tornando um passivo cada vez maior para organizações, marcas e profissionais. O rei está nu, e o público já percebeu.</p>
<p>Fala-se muito em &#8220;tamanho da mudança&#8221;, e com razão. O que muita gente ainda não percebeu é que a tal mudança extrapola o que entendemos por comunicação, e até o que entendemos por Internet. A verdadeira mudança é de comportamento. Como <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-rua-e-a-midia-a-midia-e-a-rua/" target="_blank">já discutimos aqui</a>, <strong>a mídia está na rua, e a rua está na mídia</strong>. Conectividade ubíqua e ilimitada deu nisso.</p>
<p>Não precisa acreditar em mim. Vejamos o que têm a dizer sobre o assunto dois caras que estão conseguindo na prática o que todo mundo só teoriza, que é colocar a Internet a serviço do negócio com <a href="http://blog.sismoweb.com.br/como-atrair-50-mil-prospects-via-redes-sociais/" target="_blank">resultados concretos</a> pra mostrar: <a href="http://about.zappos.com/meet-our-monkeys/tony-hsieh-ceo" target="_blank">Tony Hsieh</a>, CEO do <a href="http://www.zappos.com/" target="_blank">Zappos</a>, e <a href="http://www.scottmonty.com" target="_blank">Scott Monty</a>, Head de Social Media da <a href="http://www.thefordstory.com/" target="_blank">Ford</a>. (Sim, a Ford dos EUA tem uma equipe de mídias sociais, <a href="http://www.businessweek.com/autos/autobeat/archives/2009/10/ford_spending_2.html" target="_blank">responsável por nada menos do que 25% do budget de marketing</a>. Saravá.)</p>
<p><a href="http://www.scottmonty.com/2010/03/role-of-leadership-in-social-media.html" target="_blank">Vai lá, Scott</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>A questão fundamental é a </em><strong><em>mudança de cultura</em></strong><em>. E esse tipo de mudança organizacional &#8211; que pode incluir a atualização de práticas de negócio &#8211; tem que vir do topo. Mais do que isso, tem que ser parte do que chamamos de </em><strong><em>liderança</em></strong><em>. (&#8230;) Nosso CEO promove uma cultura de transparência e abertura que está completamente alinhada com o nosso jeito de falar com os clientes. Consistência de propósito e mensagem é essencial.&#8221;</em></p>
<p><a href="http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog/2009/01/03/your-culture-is-your-brand" target="_blank">E </a><em><a href="http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog/2009/01/03/your-culture-is-your-brand" target="_blank">last but not least</a></em><a href="http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog/2009/01/03/your-culture-is-your-brand" target="_blank">, Tony</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Construir uma marca hoje é muito diferente do que era construir uma marca 50 anos atrás. Antes, um grupo de pessoas se reunia numa sala, decidia qual seria o posicionamento e gastava um monte de dinheiro em publicidade. E gastando dinheiro suficiente, você conseguia construir sua marca. O mundo é muito diferente hoje. Com a Internet conectando todo mundo, as empresas estão se tornando mais transparentes, </em><strong><em>gostem elas ou não</em></strong><em>. </em></p>
<p>Cabeça aberta, objetivos claros e mãos à obra, gente. Ainda está <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-idade-da-pedra-da-comunicacao-digital/" target="_blank">tudo por construir</a>. Ainda.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p><strong>Atualização em 22 de março de 2010:</strong> como o próprio Monty (!) nos informa em comentário abaixo &#8211; em português &#8211; os referidos 25% do budget de marketing da Ford incluem também as ações em marketing digital de maneira ampla, e não apenas em mídias sociais.</p>
<p>Thanks for stopping by, Scott! And keep up the good work.</p>
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		<title>Afinal, pode ou não pode?</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/na-pratica/afinal-pode-ou-nao-pode/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 21:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Beleza pura]]></category>
		<category><![CDATA[SM Policy]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[uso da internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Afinal, funcionários devem ou não devem ter acesso a blogs, YouTube, Twitter, Orkut e outras bossas no ambiente de trabalho? A pergunta é legítima, e também uma das mais freqüentes nos cursos e eventos sobre comunicação e marketing digital, tão em voga ultimamente.
A resposta fácil é não, não devem. A resposta honesta é depende. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal, funcionários devem ou não devem ter acesso a blogs, YouTube, Twitter, Orkut e outras bossas no ambiente de trabalho? A pergunta é legítima, e também uma das mais freqüentes nos <a href="http://mashable.com/2010/03/15/mashable-events-mar15/" target="_blank">cursos e eventos sobre comunicação e marketing digital</a>, tão em voga ultimamente.</p>
<p>A resposta fácil é não, não devem. A resposta honesta é <em>depende</em>. Não me parece razoável acreditar em soluções universais e definitivas, quanto mais numa época em que a <a href="http://blog.sismoweb.com.br/empresas-nas-redes-sociais-casos-obvios-e-outros-nem-tanto/" target="_blank">customização é o elemento por trás do que há de mais interessante por aí</a>. Depois de algumas conversas e experiências recentes, tentei reunir alguns pontos que estão na essência do problema, a título de reflexão.</p>
<p>Muitas empresas bem que gostariam de ter um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Panaceia" target="_blank">manual universal</a> que dissesse a elas o que fazer &#8211; e tem gente por aí vendendo isso, infelizmente. Acontece que ele não existe, e nem existirá. Na falta de políticas genéricas, comprovadamente efetivas e de fácil implantação, o bom senso (nota: inércia não conta como bom senso) pede que cada organização crie suas próprias regras, com base na sua cultura, valores corporativos e objetivos de negócio.</p>
<p><em>Quanto mais simples, mais claras e em menor número forem essas regras, melhor</em>. Mesmo sendo pessoalmente a favor de uma abordagem mais liberal, ainda acredito que o que é combinado não é caro. As regras podem e devem ser acordadas previamente entre empresa e funcionário, e cumpridas de parte a parte. Nada de revolução, tudo de <em>evolução</em>.</p>
<p>Voltar ao básico do básico às vezes faz um bem danado. Como bem definiu um colega tempos atrás, a mera contratação de um profissional PRESSUPÕE confiança. Boa parte dos nossos relacionamentos pessoais e profissionais já é mediada pelas tecnologias de comunicação digital e pela infra-estrutura que as sustentam. É uma tendência não só irreversível como de crescimento acelerado. Nas palavras desse mesmo colega: &#8220;se um cliente ou fornecedor não tiver acesso à nossa página no YouTube, paciência. Ele também não terá acesso ao conteúdo sobre inovação em produtos e serviços que compartilhamos por lá.&#8221;</p>
<p>É muito provável que os hábitos digitais de estagiários e trainees admitidos por grandes empresas em 2004, por exemplo, pouco ou nada terão a ver com os hábitos digitais daqueles que ingressarão na empresa em 2014. Parece um caso extremo, mas imagine só se você já tivesse nascido com um perfil próprio no Orkut ou no Twitter, como alguns pais e mães <em>coruja </em>andam criando por aí.</p>
<p>Do ponto de vista da comunicação e dos relacionamentos, essa conectividade onipresente <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-rua-e-a-midia-a-midia-e-a-rua/" target="_blank">está fazendo ruir o muro que ainda divide quem está fora de quem está dentro da empresa</a>. Não se trata de pensar em termos de &#8220;funcionários da empresa XYZ nas mídias sociais&#8221;, e sim de entender a própria atuação da organização como parte de uma <a href="http://vimeo.com/9641036" target="_blank">sociedade mais e mais conectada a cada minuto</a>. Ninguém mais se lembra, mas em meados da década de 90 se discutia &#8211; a sério, juro &#8211; se os funcionários deveriam ter acesso a um endereço de email individual. Hoje, a discussão sobre o uso da Internet em geral e das mídias sociais pelos (mesmos?) funcionários corre o sério risco de se tornar acadêmica num futuro muito próximo. E você, o que pensa?</p>
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		<title>Dados por dólares</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/na-ponta/dados-por-dolares/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 21:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[entretenimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no New York Times:
&#8220;Vão longe os tempos em que uma modesta conta telefônica de US$ 25 compunha a principal despesa com telecomunicações de uma família. Em 2004, o americano médio gastou US$ 779,90 anuais em serviços como TV a cabo, Internet e video games. Em 2008, esse valor chegou a US$ 903, já descontada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu no <a href="http://www.nytimes.com/2010/02/09/technology/09spend.html?nl=technology&amp;emc=techupdateema1" target="_blank">New York Times</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;Vão longe os tempos em que uma modesta conta telefônica de US$ 25 compunha a principal despesa com telecomunicações de uma família. Em 2004, o americano médio gastou US$ 779,90 anuais em serviços como TV a cabo, Internet e video games. Em 2008, esse valor chegou a US$ 903, já descontada a inflação do período. (&#8230;) E esses dados não levam em consideração filmes, músicas e seriados assistidos online e/ou comprados em lojas virtuais.&#8221;</em></p>
<p>A matéria aponta corretamente que esses serviços se tornaram necessidades básicas, tanto quanto luz elétrica, água encanada e quetais. Como disse um dos punditos ouvidos, &#8220;o aumento da <strong>expectativa</strong> <strong>de conectividade</strong> faz com que <strong>a própria conectividade</strong> se torne essencial para que as pessoas sejam funcionais na sociedade.&#8221;</p>
<p>Os sinais são sutis, mas a tendência é clara. É mais do que tempo de começar a enxergar que &#8220;mídias sociais&#8221; são apenas parte de um fenômeno muito maior e mais importante chamado <strong><a href="http://ow.ly/YinJ" target="_blank">sociedade conectada</a><span style="font-weight: normal;">, </span></strong>e que é nela que as empresas competirão por atenção, relevância e credibilidade.</p>
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		<title>Mais contexto, menos confiança</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/em-numeros/mais-contexto-menos-confianca/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 22:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recheio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Como repórteres e editores estão usando informações e recursos das mídias sociais para fazer seu trabalho? O Programa de Mestrado em Relações Públicas Estratégicas da George Washington University quis saber, e conduziu uma pesquisa sobre o tema junto a 9100 jornalistas nos EUA entre setembro e novembro de 2009.
Os resultados publicados (leia na íntegra aqui) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como repórteres e editores estão usando informações e recursos das mídias sociais para fazer seu trabalho? O <a href="http://www.gspm.org/strategicpublicrelations" target="_blank">Programa de Mestrado em Relações Públicas Estratégicas</a> da <a href="http://www.gwu.edu/" target="_blank">George Washington University</a> quis saber, e conduziu uma <a href="http://us.cision.com/news_room/press_releases/2010/2010-1-20_gwu_survey.asp" target="_blank">pesquisa sobre o tema junto a 9100 jornalistas nos EUA entre setembro e novembro de 2009</a>.</p>
<p>Os resultados publicados (leia na íntegra <a href="http://bit.ly/a2OjRw" target="_blank">aqui</a>) sugerem um <em>aparente</em> paradoxo. Exemplo: por um lado, 89% dos jornalistas ouvidos disseram fazer uso de informações garimpadas em blogs. Por outro, 84% acreditam que as fontes das mídias sociais são &#8220;ligeiramente menos&#8221; ou &#8220;muito menos&#8221; confiáveis do que as da chamada mídia tradicional. A pergunta que cabe aqui é óbvia: por que os profissionais da Imprensa estão fazendo uso intenso de fontes que julgam ser <em>menos</em> confiáveis?</p>
<p>Não é razoável supor que os jornalistas estejam sendo ingênuos ou deliberadamente irresponsáveis. Mais provável é que estejam utilizando a variedade de pontos de vista que abunda na Internet como forma de encontrar personagens ou enriquecer suas histórias com ângulos diferentes sobre o mesmo assunto. Em uma palavra, o que eles buscam é <em>contexto</em>.</p>
<p>E o que pensam os jornalistas sobre os profissionais de RP? Segundo a pesquisa, 44% ainda dependem deles para &#8220;entrevistas e acesso a experts&#8221;, 23% para &#8220;respostas e dados específicos&#8221; e apenas 17% para &#8220;perspectiva, contexto e informações complementares.&#8221; Como se vê, é exatamente esta última necessidade que vem sendo suprida pelos <em>posts</em>, <em>tweets </em>e <em>shares </em>de gente comum, real e anônima.</p>
<p>Tempos atrás fiz uma pergunta sobre o futuro das RP a um <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pundit_(expert)" target="_blank">pundito</a></em> dos mais prestigiados da praça. Algo na linha &#8220;se as pessoas agora têm seus próprios canais de mídia, e as corporações estão percebendo que podem se comunicar e construir relacionamentos diretamente com elas, sem necessidade de intermediários, como fica a situação das empresas e profissionais de relações públicas?&#8221; Ouvi dele que &#8220;as agências têm que focar mais em criar e contar boas histórias e menos em publicidade.&#8221;</p>
<p>Ouviram? Mais fácil falar do que fazer, isso é certo. Mas todos nós que transitamos entre a comunicação corporativa, o jornalismo, o marketing e a publicidade conhecemos casos de gente que está reinventando o ofício ao mesmo tempo em que pratica a velha arte de contar histórias &#8211; com ótimos resultados.</p>
<p>Mudam os meios, mudam até as mensagens, mas o público continua lá. Mais do que nunca, fazer um grande trabalho é questão de sobrevivência.</p>
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		<title>Por onde anda a primeira campanha global em mídia social?</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/em-numeros/por-onde-anda-a-primeira-campanha-global-em-midia-social/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 23:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recheio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Anda longe, e como! Tempos atrás falamos no Blog do SismoWeb sobre a primeira campanha efetivamente global ancorada na mídia social. A Expedition 206, da Coca-Cola, já percorreu 37 países dos 206 previstos no roteiro, e seus embaixadores da felicidade encontram-se neste exato momento a caminho da bucólica Burkina Faso. Passados os primeiros 60 dias, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anda longe, e como! Tempos atrás falamos no Blog do SismoWeb sobre a <a href="http://blog.sismoweb.com.br/2010-o-ano-da-primeira-campanha-global-via-midias-sociais/" target="_blank">primeira campanha efetivamente global ancorada na mídia social</a>. A Expedition 206, da Coca-Cola, já percorreu 37 países dos 206 previstos no roteiro, e seus <a href="http://www.expedition206.com/e206_ambassadors.aspx" target="_blank">embaixadores da felicidade</a> encontram-se neste exato momento a caminho da bucólica <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Burkina_Faso" target="_blank">Burkina Faso</a>. Passados os primeiros 60 dias, vejamos alguns números atualizados da campanha.</p>
<p>- 8.903 visualizações em 95 vídeos postados no <a href="http://www.youtube.com/user/expedition206" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p>- 1.257 seguirores no <a href="http://twitter.com/x206" target="_blank">Twitter</a> após 240 tweets.</p>
<p>- 113 fotos postadas por 4 membros no <a href="http://www.flickr.com/groups/expedition206" target="_blank">Flickr</a>.</p>
<p>- 2 comentários nos últimos 10 posts no <a href="http://expedition206.typepad.com/" target="_blank">blog</a>.</p>
<p>Em se tratando de uma ação global, especialmente envolvendo uma marca como a Coca-Cola, esses indicadores realmente não chegam a impressionar. Mas, como <em>ainda </em><a href="http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/cpartybr-show-me-the-money/" target="_blank">não me cansei de dizer</a>, é preciso olhar além deles.</p>
<p>Em primeiro e mais importante lugar, não há como negar que é admirável a disposição da Coca para uma experimentação desse porte. Não se trata apenas de um desafio do ponto de vista da comunicação: as contingências logísticas da viagem (transporte, segurança, saúde, infra-estrutura, etc.) são simplesmente imprevisíveis, compondo um cenário de considerável risco para a turma que pôs o pé na estrada. Para ficar num único exemplo, como um eventual problema medianamente grave de segurança envolvendo Tony, Kelly ou Toño afetaria a percepção do público sobre a responsabilidade da empresa no ocorrido?</p>
<p>Em segundo lugar, não sabemos a que objetivos de negócio a campanha se presta, o que não nos autoriza a avaliar seu progresso. São eles os que realmente interessam quando falamos em qualquer forma de comunicação corporativa, e é a eles que as hoje tão discutidas métricas digitais devem estar atreladas. Até onde a vista alcança, comunicação, no mais das vezes, é uma atividade que está mais para <em>meio </em>do que para <em>fim</em><em>.</em></p>
<p>Independentemente dos resultados obtidos até agora, quero crer que a Coca sabe o que está fazendo. A julgar por <a href="http://www.slideshare.net/iStrategy/coca-colas-social-media-strategy" target="_blank">esta apresentação</a>, a empresa parece ter conhecimento apropriado de conceitos caros a muitas campanhas digitais bem sucedidas, como colocar os fãs da marca no centro da estratégia, estimular interações naturais <em>entre eles</em> e privilegiar projetos de médio e longo prazo em detrimento de ações pontuais.</p>
<p>Não é toda hora que nós comunicadores podemos acompanhar passo a passo uma experiência como essa, que põe à prova muito do que julgamos ser possível ou não em matéria de ações em múltiplos canais e engajamento com o público. Temos até o final da jornada, no dia 31 de dezembro, para aprender &#8211; e usar, claro &#8211; alguma coisa nova. Vale a pena tentar.</p>
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		<item>
		<title>A IBM e a web social: clareza, comunicação e inovação</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/na-pratica/clareza-comunicacao-e-inovacao/</link>
		<comments>http://www.cdndigital.com.br/geral/na-pratica/clareza-comunicacao-e-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Beleza pura]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[SM Policy]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive hoje pela manhã no seminário Redes Sociais, CRM Social e Relacionamento com Clientes, organizado pela Só Contact Center aqui em São Paulo. Assistindo à breve apresentação de Cezar Taurion, Gerente de Novas Tecnologias da IBM, um pensamento não me saía da cabeça. Em qualquer forma de comunicação corporativa, a clareza de visão e objetivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje pela manhã no seminário <em><a href="http://www.socontactcenter.com/eventos/redessociais/" target="_blank">Redes Sociais, CRM Social e Relacionamento com Clientes</a></em>, organizado pela <a href="http://www.socontactcenter.com/" target="_blank">Só Contact Center</a> aqui em São Paulo. Assistindo à breve apresentação de <a href="http://twitter.com/ctaurion" target="_blank">Cezar Taurion</a>, Gerente de Novas Tecnologias da <a href="http://www.ibm.com/br/pt/" target="_blank">IBM</a>, um pensamento não me saía da cabeça. Em qualquer forma de comunicação corporativa, a <em>clareza de visão e objetivos</em> é algo tão essencial, e ao mesmo tempo tão negligenciado, que excercê-la com competência chega a ser um diferencial para muitas empresas &#8211; especialmente em tempos de poucas certezas e overdose de informação. <a href="http://www.metallica.com/Media/Albums/album_6_lyric.asp?skin_id=16#2" target="_blank">Triste, mas verdadeiro</a>.</p>
<p>Eis aqui uma interpretação pessoal das palavras que ouvi de Cezar: a IBM acredita na importância decisiva do capital intelectual para o futuro de seu negócio. Essa é sua <em>visão</em>. Fazer uso da tecnologia para alavancar esse capital, promovendo a inovação aberta (colaboração entre pessoas) como vantagem competitiva e estratégica é seu <em>objetivo</em>. Do ponto de vista do planejamento da comunicação, ter esses dois pontos bem definidos melhora dramaticamente a qualidade das decisões e ações em todos os níveis. Alguém duvida? Eu não.</p>
<p>Sobre as preocupações com segurança e os riscos de exposição negativa nos ambientes sociais, Cezar disse que &#8220;a mera contratação <em>pressupõe</em> confiança.&#8221; Uau. Ficou claro para mim que a cultura organizacional e o segmento em que a <em>Big Blue</em> atua contribuem muito para tornar essa postura mais plausível, mas quem dera as grandes corporações pudessem confiar assim na totalidade de seus funcionários.</p>
<p>De resto, os conceitos expostos por ele sobre a utilização de plataformas de publicação e colaboração pela IBM me pareceram dos mais lúcidos. Entre outras coisas, a empresa estimula a livre participação dos funcionários em fóruns, blogs e wikis &#8211; pelo menos naqueles relacionados aos projetos, suponho. Mas realmente interessante é notar que a IBM desenvolveu tecnologia e metodologia específicas para identificar e acompanhar as interações de cada indivíduo na busca e no desenvolvimento de soluções, estabelecendo políticas para reconhecer e até recompensar as idéias com maior potencial de criação de valor para as unidades de negócio e seus clientes. Não tenho mais detalhes sobre como isso acontece na prática, mas imagino que não deva ser nada fácil.</p>
<p>Criar sentido e valor a partir das relações entre pessoas e da resignificação da informação é um tremendo desafio para a chamada &#8220;economia do conhecimento.&#8221; Assim, não deixa de ser um alento perceber que uma organização influente como a IBM está assimilando o potencial das interações digitais para o futuro do negócio de maneira consistente e produtiva. Nada mal, considerando que ainda estamos na <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-idade-da-pedra-da-comunicacao-digital/" target="_blank">idade da pedra da comunicação digital</a>.</p>
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		<title>Comunicação também é cultura (corporativa)</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 20:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Questão de estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[cultura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[A questão da cultura corporativa é crucial. Do ponto de vista do público, a mera presença oficial de uma marca na web PRESSUPÕE interação. Empresas que promovem internamente uma cultura de responsabilidade, transparência e autonomia estão naturalmente mais preparadas para tirar proveito das oportunidades que esse cenário oferece.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma interessante matéria do site <a href="http://www.canalrh.com.br" target="_blank">Canal RH</a> fala sobre a demanda crescente por profissionais <em>antenados. </em>Leia dois trechos selecionados.</p>
<blockquote class="gmail_quote" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0.8ex; border-left-width: 1px; border-left-color: #cccccc; border-left-style: solid; padding-left: 1ex;"><p><em>Rafael Rosenhayme, coordenador de Planejamento em Mídia Digital da Frog, empresa especializada em estratégias de marketing para Internet, acredita que o sucesso das iniciativas online é resultado de um casamento entre o profissional capacitado para levar os projetos adiante na agência e o tomador de serviço ciente do impacto que esse contato próximo tem sobre os negócios. “O cliente está acostumado a enviar o briefing, aprovar o produto final e depois receber um relatório. Mas o consumidor mudou”, explica. Esse novo público quer se sentir ouvido e são as opiniões enviadas por ele que vão ajudar os gestores a prevenir erros e criar novas estratégias de atuação.</em></p>
<p><em>O gerente Executivo da Cobra Tecnologia, Luiz Fuzaro, alerta, porém, que “o problema é que muitas empresas não têm uma cultura de internet que acompanhe o movimento” de crescimento das redes sociais. Segundo o especialista, que tratou do assunto na Campus Party 2010, falta à maioria das empresas dar um passo importante: Adequar toda uma estrutura interna à nova realidade. “As empresas fazem sites como se fossem vitrines, que ficam ali paradas, passivas, esperando um acesso, enquanto o grande crescimento do uso da web está nas redes de relacionamento.”</em></p></blockquote>
<p>De fato, a questão da cultura corporativa é crucial. Do ponto de vista do público, a mera presença oficial de uma marca na web PRESSUPÕE interação. Empresas que promovem internamente uma cultura de responsabilidade, transparência e autonomia estão naturalmente mais preparadas para tirar proveito das oportunidades que esse cenário oferece.</p>
<p>Nenhuma organização é obrigada a se expor. Interagir ou não deve ser uma decisão de negócios. E comunicação, convém lembrar, não é solução para todos os problemas. Mas quanto feita com planejamento, honestidade e foco, ajuda, e muito.</p>
<p>(Gracias ao nosso antenado colega Otavio Ramos pela <a href="http://www.canalrh.com.br/Mundos/tecnologia_artigo.asp?ace_news=%7BA625AE9C-A1B4-48FE-8648-F3994C3CECCD%7D&amp;o=%7B47543B78-C0E2-4510-95F1-57372D5C3226%7D&amp;sp=9FT5QxAS.J-K7SK8;p?2/WUT9E.LByWQ7A" target="_blank">dica</a>.)</p>
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		<title>Eu, eu mesmo e Seth Godin em NY</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 13:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contador de caso]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Godin]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há números oficiais, mas duvido que eu seja o único brasileiro trabalhando em comunicação digital para quem Seth Godin é leitura diária. Às vezes me incomodo, é verdade, com o estilo guru do óbvio que o caracteriza, especialmente quando ele propõe idéias de dificílima aplicação no chamado mundo real. Mas o fato é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há números oficiais, mas duvido que eu seja o único brasileiro trabalhando em comunicação digital para quem <a href="http://sethgodin.typepad.com/" target="_blank">Seth Godin</a> é leitura diária. Às vezes me incomodo, é verdade, com o estilo guru do óbvio que o caracteriza, especialmente quando ele propõe idéias de dificílima aplicação no chamado mundo real. Mas o fato é que ele construiu o blog pessoal mais lido do mundo em língua inglesa trabalhando em admirável coerência com a filosofia que prega, e que eu resumiria assim: peça permissão; seja grato, mas não tente agradar a todos; recuse certezas de manual; e entregue &#8211; no sentido de deliver &#8211; sempre e muito.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2581" title="p1050423-1-300x225" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/p1050423-1-300x2251.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Nunca tive particular interesse em conhecê-lo pessoalmente, mas uma incrível série de coincidências se encarregou de promover o encontro. Foi no último dia 8 de fevereiro, em Nova York, num dos eventos de lançamento do <a href="http://www.squidoo.com/linchpin" target="_blank">novo livro de Seth, <em>Linchpin</em></a>. O pequeno auditório da livraria <a href="http://www.borders.com/online/store/StoreDetailView_592" target="_blank">Borders</a>, localizada no complexo que abriga a sede da Time Warner, ficou menor ainda ao receber a multidinha que enfrentou o frio de dois graus negativos para vê-lo. A variedade do público presente foi mais uma demonstração de que, na Internet, a gente nunca sabe quem está do outro lado: homens, mulheres, crianças e até cachorros, de todas as idades e aparências, muitos em pé (com exceção dos cachorros) e achando o maior barato, veja você.</p>
<p>Seth chegou pontualmente às 19h, acompanhado do outro convidado da noite, <a href="http://blog.stevenpressfield.com/" target="_blank">Steven Pressfield</a>, autor do também recém-lançado The War of Art. Se você já assistiu a <a href="http://www.ted.com/speakers/seth_godin.html" target="_blank">vídeos das palestras de Seth no TED</a>, saiba que ele é em pessoa exatamente o que aparenta ser na tela: magérrimo, modos contidos, de fala mansa e extremamente articulada. Mas o melhor adjetivo que me ocorre para descrevê-lo é preparado. Goste-se ou não dele ou de suas idéias, fica evidente que se está diante de um homem que carrega amplo conhecimento teórico da sua área de atuação, e que expõe seu pensamento de maneira clara, direta e rica em imagens concretas. De quantos auto-proclamados gurus e outros habitués do surrado circuito de palestras se pode dizer o mesmo? Muitos poucos, certamente.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2582" title="p1050413-300x225" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/p1050413-300x2251.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>A discussão girou em torno do assunto central tanto no livro de Seth quanto no de Steven. Como vencer a resistência interna que nos empurra para a mediocridade, fazer um trabalho que realmente importa e deixar de ser apenas mais uma engrenagem na máquina de moer carne do capitalismo, tornando-se um profissional indispensável? Dito assim parece algo vago e abstrato, mas acredite: até que rendeu &#8211; mais do que eu esperava, pelo menos.</p>
<p>Nos primeiros 40 minutos, descontraído bate-bola entre os autores. Seth nos conta que Linchpin não trata dos insights e estratégias de comunicação e marketing que o consagraram. Seu novo objeto de interesse é o profissional indispensável, o artista, o criador de valor, a figura que faz a diferença e sem a qual nenhuma organização sobrevive. Segundo ele, “pessoas que seguem regras e lêem manuais para fazer seu trabalho são, por definição, substituíveis. São elas as primeiras a ir para a rua nos momentos de aperto. As pessoas de que uma empresa não pode prescindir são aquelas que ousam lançar novas idéias, estabelecer novas conexões e criar ordem a partir do caos.” Tudo muito bonito, mas experimente convencer o seu chefe disso. Anyway…</p>
<p>Seth concluiu o raciocínio notando que “a única coisa que pessoas de sucesso têm em comum é… serem pessoas de sucesso.” Um viva para o guru do óbvio, diriam os críticos. Na verdade, o que ele quer dizer é que essas pessoas podem vir de famílias ricas ou pobres; podem ser filhos de sangue ou adotivos (como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" target="_blank">Steve Jobs</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jeff_Bezos" target="_blank">Jeff Bezos</a>, citados nominalmente); podem ser nativos ou imigrantes; podem ter se graduado em Harvard, abandonado Harvard no primeiro ano ou nunca sequer ter passado perto de Harvard ou de qualquer banco de universidade. Nada disso importa. Para Seth, realizar um trabalho relevante é acima de tudo uma decisão pessoal, acessível a qualquer pessoa. O que posso dizer é que estou mais ou menos na metade de Linchpin e ele está quase me convencendo disso.</p>
<p>Há pouco eu falava em bate-bola entre os autores, mas talvez tenha exagerado. Seth tentava a todo momento passar a palavra ao discreto Steven, a quem tratou com grande admiração e deferência. Acontece que o próprio Steven parecia mais interessado em ouvir Seth do que em promover seu livro. Quem explica? Não eu, não aqui.</p>
<p>Ao final da exposição, abertura para 20 minutos de interação dos autores com o público. Eu havia preparado duas ou três perguntas sobre o futuro do profissional e das agências de RP em uma sociedade conectada, a relevância dos canais digitais para os objetivos de negócio das corporações e outras amenidades do gênero, mas elas me pareceram altamente off topic no contexto da conversa que rolava ali. Não querendo perder a viagem, pedi o microfone e me contentei em perguntar a ambos quais eram seus maiores medos (relacionados ao trabalho, por supuesto), e como lidavam com eles.</p>
<p>As respostas não me decepcionaram. Ouvi de Steven que seu maior medo é o de ter de lidar com a dor de não fazer o trabalho que ele se propôs a fazer, ou, em outras palavras, o de deixar de se comportar como um profissional. Um medinho mais do que razoável. Particularmente vindo de um escritor, cuja produção só depende de seus próprios meios e está sujeita a estados de humor desconhecidos da turma que bate cartão e recebe décimo terceiro. Como o próprio Steven lembrou, muita gente que vive de trabalhos ditos “criativos” sofre de alguma variação do chamado writer’s block, ou “bloqueio de escritor”, mas ninguém sofre de plumber’s block, ou “bloqueio de encanador”. É a vida.</p>
<p>De Seth, que sempre tem uma resposta (quase sempre rápida e convincente) para tudo, ouvi algo com que muitos de nós podemos nos identificar. Lembrando como amargou muitos anos no limbo, em trabalhos obscuros, sem que ninguém desse a mínima para o que ele tinha a dizer, contou que que sua maior insegurança é saber se estará à altura do reconhecimento de que hoje desfruta. Falando sobre o próprio evento em que estávamos, disse o seguinte: “mais de 100 pessoas estão aqui hoje para me ouvir. Muitas delas leram meus livros. São pessoas que prestigiam meu trabalho com sua atenção e seu dinheiro, e elas esperam alguma coisa de mim, desta oportunidade. Então o meu maior medo é saber, todos os dias, se eu farei justiça às oportunidades que me são dadas.”</p>
<p>Não tenho por que duvidar da sinceridade dele ao dizer isso. Mas observando in loco a postura de Seth, a imagem que ela projeta e as reações do público a frases de efeito como essa, pude ter uma idéia mais clara das razões que o tornaram tão popular. Tendo lido centenas de seus posts e alguns de seus livros, minha impressão é a de que Seth deliberadamente posiciona seu discurso a meio caminho entre o que queremos acreditar e o que efetivamente acreditamos.</p>
<p>A diferença é sutil, mas significativa. No fundo, a realidade do ambiente de trabalho corporativo típico é tão intolerável que nós simplesmente queremos acreditar que uma outra seja possível. As idéias de Seth nos dão a impressão de que essa outra realidade não só é possível como está ao nosso alcance, todos os dias. Talvez esteja, mas haja coragem, competência e paciência para criá-la. Na prática, isso é para poucos, muito poucos, e o próprio Seth parece saber disso. Perguntado sobre quantas pessoas seriam tocadas pelo seu livro a ponto de tomar a decisão de mudar algo em suas carreiras, Seth respondeu na lata: “dez pessoas, e já me darei por satisfeito.”</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2583" title="p1050428-300x225" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/p1050428-300x2251.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>E ele tem toda a razão. Para cada pessoa decidida a fazer a diferença há milhares, talvez milhões de outras que se contentarão em ler sobre fazer a diferença. Como alguém já disse um dia, a procrastinação é o oitavo pecado capital, e é particularmente nociva nestes tempos de hiperconectividade e overdose de informação. Saravá.</p>
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		<title>Innéov Solar: um final de semana perfeito</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Saporito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Innéov]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>
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		<description><![CDATA[Para celebrar o verão, o Innéov Solar, da L’Oréal, chega com uma ação diferenciada em seu blog “Se meu guarda-sol falasse…”: o concurso cultural “Meu Verão dos Sonhos”, que vai premiar com uma viagem para a Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, Pernambuco.

Participar é fácil: basta acessar o blog, no endereço http://www.semeuguardasolfalasse.com.br, realizar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o verão, o Innéov Solar, da L’Oréal, chega com uma ação diferenciada em seu blog “Se meu guarda-sol falasse…”: o concurso cultural “Meu Verão dos Sonhos”, que vai premiar com uma viagem para a Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, Pernambuco.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2576" title="post_cdni_solar" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/post_cdni_solar1-300x179.jpg" alt="" width="300" height="179" /></p>
<p>Participar é fácil: basta acessar o blog, no endereço http://www.semeuguardasolfalasse.com.br, realizar o cadastro na página da promoção e responder, em até 500 caracteres, a pergunta: “Neste verão, como seria o seu final de semana perfeito?”.</p>
<p>O autor da melhor resposta viaja para Pernambuco, curte um fim de semana na Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, e fica hospedado na Pousada Tabapitanga, uma das mais charmosas do litoral pernambucano. E tudo isso com direito a levar um acompanhante.</p>
<p>O prazo para envio das respostas vai até o dia 08 de fevereiro e o resultado será divulgado, no próprio blog, em 12 de fevereiro. Na página do concurso, estão disponíveis informações gerais e o regulamento completo, com todas as informações necessárias para participar.</p>
<p>Criado para divulgar o Innéov Solar e abordar, sob a ótica de seis blogueiras convidadas, os assuntos quentes da estação mais esperada e festejada do Brasil, o “Se meu guarda-sol falasse…” conta com conteúdo sobre moda, beleza, comportamento e traz, ainda, as impressões pessoais das autoras sobre o produto da L’Oréal, criado em parceria com a Nestlé.</p>
<p>Assim como o blog, que está no ar desde novembro de 2009, a ação foi totalmente desenvolvida pela equipe da CDN Interativa, responsável pelo planejamento, criação, layout e desenvolvimento de todas as etapas e ferramentas do concurso.</p>
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		<title>#BOLS: Twitter, mobilização e o “ativismo de sofá”</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contador de caso]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
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		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada falamos aqui no blog sobre o magnífico esforço de ajuda às vitimas do terremoto no Haiti, e sobre como a velocidade e a escala em que ele está acontecendo só foi possivel graças à mobilização de uma sociedade intensamente conectada.
Não falta quem desqualifique esse fenômeno como um ativismo de sofá, mas os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada falamos aqui no blog sobre o magnífico esforço de ajuda às vitimas do terremoto no Haiti, e sobre como a velocidade e a escala em que ele está acontecendo só foi possivel graças à mobilização de uma sociedade intensamente conectada.</p>
<p>Não falta quem desqualifique esse fenômeno como um ativismo de sofá, mas os resultados práticos alcançados &#8211; sob a forma de doações em dinheiro, sangue e medicamentos &#8211; são expressivos e indiscutivelmente concretos. Mas será que só causas nobres e de visibilidade global são capazes de mobilizar pessoas conectadas por laços digitais? Um inusitado exemplo vindo do Rio de Janeiro sugere que não.</p>
<p>A exemplo do que acontece em São Paulo, está em vigor no Rio a chamada Lei Seca, que visa tirar de circulação os motoristas calibrados. Donde topar com uma blitz na volta da balada &#8211; ou da night, como se diz por lá &#8211; é tudo que estes gostariam de evitar. E é com a ajuda de uma singela hashtag no Twitter que eles estão conseguindo exatamente isso.</p>
<p>Trata-se da malandríssima #BOLS (Boletim Operação Lei Seca). A etiquetinha identifica os tweets que informam a localização, o horário e até a formação dos comandos da PM fluminense responsáveis pela fiscalização. Uma simples busca no Twitter é o suficiente para se saber, em tempo real, que caminhos evitar se você estiver conduzindo alcoolizado. Duvida? Veja por si próprio os resultados de uma busca por #BOLS no Twitter neste exato momento &#8211; e volte correndo aqui para o post, por gentileza <img src='http://www.cdndigital.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>O principal perfil envolvido no trabalho de divulgação é o Lei Seca RJ, que tem respeitáveis 33 mil seguidores. A descrição do perfil é de uma cara-de-pau que só: “Conta para informações on-line sobre blitz de Lei Seca no RJ, que tanto atrapalham o trânsito e ferem nosso direito de ir e vir.” Presume-se que a descrição faz referência ao direito de ir e vir emborrachado e ao volante de um automóvel, claro.</p>
<p>Seria cômico se não fosse trágico, mas esse julgamento não interessa a este blog. O que nos interessa é que a expansão da infra-estrutura de comunicações o e a ubiqüidade de aparelhos móveis cada vez mais potentes e versáteis estão fazendo desse tipo de mobilização, superlocalizada no tempo e no espaço, algo corriqueiro. Pode anotar e me cobrar: o muro que separa a mídia e a rua está ruindo um pouco a cada dia, e não tardará a desaparecer de vez.</p>
<p>Estamos assistindo à emergência de uma sociedade conectada, na qual a comunicação de organizações e marcas terá de ser profundamente repensada. Quando qualquer pessoa pode consumir ou produzir qualquer informação, em qualquer formato, a qualquer hora e em qualquer lugar, as regras do jogo mudam &#8211; e muito. Como a experiência nos ensina todos os dias, relevância e credibilidade são os ativos mais valiosos da praça, e eles não são construídos do dia para a noite.</p>
<p>***</p>
<p>Atualização em 2 de fevereiro de 2010, 14h15: o leitor Eduardo Trevisan informa via comentário que a sigla BOLS significa “Blitz Operação Lei Seca”, e não “Boletim Operação Lei Seca”. Saiba mais sobre o trabalho do perfil @LeiSecaRJ nesta matéria do portal G1.</p>
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		<title>Lavando a alma … (ou, pelo menos, molhando a roupa) na saída da Campus Party</title>
		<link>http://www.cdndigital.com.br/geral/lavando-a-alma-%e2%80%a6-ou-pelo-menos-molhando-a-roupa-na-saida-da-campus-party/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Party 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Cá estou no último dia do evento. São 15 horas e saem os últimos campuseiros. Em caravanas rumo aos ônibus estacionados no Centro de Exposições Imigrantes, rachando táxi ou em pequenos grupos em direção ao metrô Jabaquara, participantes levam consigo seus computadores e mais contatos em suas bagagens. Rodrigo Machado, maranhense de 19 anos, conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cá estou no último dia do evento. São 15 horas e saem os últimos campuseiros. Em caravanas rumo aos ônibus estacionados no Centro de Exposições Imigrantes, rachando táxi ou em pequenos grupos em direção ao metrô Jabaquara, participantes levam consigo seus computadores e mais contatos em suas bagagens. Rodrigo Machado, maranhense de 19 anos, conta que teve a oportunidade de conhecer a maioria das pessoas que jogam online com ele há mais um ano.</p>
<p>Já a pequena carioca Myllena Reis, de dez anos, veio acompanhada de seu pai e sai com um novo pedido “ano que vem quero mais”. De jovens conectados a senhores que receberam seu batismo digital, a terceira #cpartybr concretiza o evento na agenda de tecnologia no Brasil.</p>
<p>Hoje, de acordo com o Comitê Gestor de Internet (CGI), metade da população brasileira já utilizou a internet. Deste total, 16% dos internautas tupiniquins fazem compra pela rede digital. Pra se ter uma idéia, só no Natal as vendas online somaram R$ 1,6 bilhão em mercadorias e ano passado o total comercializado chegou a R$ 10,5 bilhões em compra direta de produtos.</p>
<p>Compras online são só um dos muitos exemplos que mostram o quanto o modelo de negócio focado em internet tende a ser vantajoso e eficaz, atingindo um público cada vez mais variado da população.</p>
<p>Inclusão digital, além da beleza da manutenção do processo de cidadania, oferece também novas possibilidades para empresas e prestadores de serviços conversar com este público consumidor mais crítico e variado. Seja para uma criança de dez anos, ou um idoso de 70, serviços para dispositivos móveis, computadores personalizados, canais de comunicação segmentados, entre outros, tendem a ganhar quando ouvir o que cada um destes internautas está falando.</p>
<p>E aqui, na CParty, estes campuseiros falaram muito e mostraram que querem ouvir. E também atuar, cada dia mais, neste novo cenário que compõe a sociedade da informação brasileira.</p>
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		<title>A reinvenção dos blogueiros</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caiu na rede... é social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Recheio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>

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Em um período que a comunicação se dá por 140 caracteres, o debate Transcendendo os textos: a evolução multimidiática dos blogs teve como moderador Cazé Peçanha e os participantes Ariel Alexandre, André Passamani , Nicolas Vargas e Fernanda Bruno, Coodenadora do CiberIDEA ( Núcleo de pesquisa em tecnologias da comunicação, cultura e subjetividade), da UFRJ.
Apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2566" title="cimg32701-300x225" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cimg32701-300x2251.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Em um período que a comunicação se dá por 140 caracteres, o debate Transcendendo os textos: a evolução multimidiática dos blogs teve como moderador Cazé Peçanha e os participantes Ariel Alexandre, André Passamani , Nicolas Vargas e Fernanda Bruno, Coodenadora do CiberIDEA ( Núcleo de pesquisa em tecnologias da comunicação, cultura e subjetividade), da UFRJ.</p>
<p>Apesar da verve dos blogs no Brasil ter ocorrido principalmente nos idos de 2000, a blogosfera brasileira se mantém em uma constante oscilação. Os primeiros eram, em sua maioria, “diários virtuais íntimos”, depois houve um leque maior e que impulsionou a faceta hoje conhecida.</p>
<p>O papel do blog é conversar sobre o gosto do autor, sobre o que ele tem de melhor a oferecer sobre um determinado assunto. Na blogosfera, todos podem ser especialistas e formadores de opinião com sua narrativa própria e compartilhar com uma vizinhança interessada. Isso é a linkania que, como Hernani Dimantas, doutor e especialista em cibercultura diz, “podemos dizer que hoje somos links. Links que se conectam com outros links”.</p>
<p>Os blogs hoje conversam não apenas usando textos, mas usufruindo e potencializando sua comunicação através de vídeos, fotos e áudio, além de links para outras redes sociais no mesmo espaço. “O que permanece é o blog ser um agregador de diversos pontos que o usuário já participa na rede, onde eu deposito diversos aplicativos de minhas outras conexões na rede”, conta a professora e coordenadora da UFRJ.</p>
<p>Na mesa, todos os participantes compartilharam da mesma opinião: os blogueiros estão se reinventando. Na contramão, temos que pensar que a rede, de maneira geral, possibilitou o surgimento de uma estética que eleva a criatividade e não pega como ponto principal qualidade do vídeo e imagem.</p>
<p>Não se pode esperar a mesma qualidade de um celular de uma produção feita em um estúdio. A inteligência está na apropriação da baixa qualidade técnica através de um rico processo narrativo, seja ele textual ou não.</p>
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		<title>Reforma da lei do direito autoral, empresas e Creative Commons</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Kiyomura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Recheio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[autoral]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira é dia de balada, mas na Campus Party é dia de discussão acalorada. O painel mais esperado do dia (29/01) trouxe Lawrence Lessig, criador e fundador projeto Creative Commons, para discutir o futuro do compartilhamento nas redes digitais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2562" title="img_3483-300x225" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/img_3483-300x2251.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Sexta-feira é dia de balada, mas na Campus Party é dia de discussão acalorada. O painel mais esperado do dia (29/01) trouxe Lawrence Lessig, criador e fundador projeto Creative Commons, para discutir o futuro do compartilhamento nas redes digitais.</p>
<p>Creative Commons ainda é uma discussão que deve sair da Campus Party e ganhar as salas de muitas corporações….</p>
<p>As licenças criadas pela Creative Commons são inspiradas no modelo de licenciamento do software livre. Com isso, as licenças desta iniciativa são adequadas para conteúdo artístico, como livros, músicas, fotos. Porém, hoje, este tipo de iniciativa esbarra na questão dos direitos autorais registrados principalmente pela indústria fonográfica.</p>
<p>Alexandre Abdo, doutor pelo Instituto de Física (USP) e pela Universidade Columbia (EUA) e Felipe Sanches, engenheiro politécnico da Usp, também contribuem com essa discussão. Não sob o mesmo palco e holofotes que iluminaram Lessig, mas na vibe que se encontravam os campuseiros que ouviram a palestra do norte-americano.</p>
<p>Colaboradores da Fundação Wikimedia, Abdo e Felipe Sanches apóiam o uso de softwares livres, compartilhamento e distribuição de conteúdo.</p>
<p>Conversando com os dois, eu não podia deixar de perguntar : <strong><em>“como as empresas, as companhias privadas, podem assegurar suas atuações em uma cultura na qual o que se emerge é a cultura do Creative Commons?”</em></strong></p>
<p>E a resposta não traz nenhuma fórmula-mágica, mas merece um minuto de sua atenção: <strong><em>“uma mudança possível é focar o negócio dessas corporações em inovação e serviços e não na exploração de exclusividade sobre a propriedade. Isso significa passar a concorrer em um mercado livre, o que exige competênciae criatividade”</em></strong>.</p>
<p>De acordo com afirmação dada por Lessig na palestra desta sexta-feira e compartilhada pelos pesquisadores brasileiros, “há no Brasil uma proposta avançada, mas ainda não aprovada na reforma do direito autoral. O Brasil tem a chance de liderar a transição para uma nova economia e ter a vantagem de ser o primeiro.”</p>
<p>“Em algumas áreas cobertas pelos direitos autorais, por exemplo para os softwares, um período de proteção maior que uma década após lançamento da obra já pode ser considerado algo excessivo e prejudicial à sociedade. Entretanto, seria necessário um mecanismo que garantisse o acesso ao código fonte de todo software no momento em que ele caia em domínio público, já que software sem código fonte é algo inútil e prejudicial aos usuários. Acesso ao código é um requisito básico para se efetivar o usufruto irrestrito pressuposto pelo domínio público”, complementa Felipe Sanches.</p>
<p>No que diz respeito à tecnologia, o esboço da reforma no direito autoral, principalmente, questões envolvendo distribuição de conteúdo pela internet. Neste sentido, o objetivo do MinC é legalizar a idéia de que a cópia privada de qualquer tipo de obra digital seja permitida sem a autorização expressa ou remuneração ao titular para uso privado, além de permitir o uso do conteúdo original em outra mídia que não aquela que o consumidor comprou em seu formato original.</p>
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